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domingo, 31 de agosto de 2008

Simplesmente simples.

Ideias inteligentes para uma relação (fixe), para sempre.

Uma relação existe para crescer e sermos felizes, não para aumentar o sofrimento. Nomeadamente, sem amor, não vale a pena, mas se o amor existe, é possível lutar para que a relação do dia-a-dia melhore. Aqui a única ordem é a primeira – primeiro mandamento. As outras, arbitrárias, segue o teu melhor instinto, e escolhe-as na medida da tua coragem. Há concerteza mais, penso que sim! Ajuda a crescer esta ideia.

1
FAZ UM GRANDE INVESTIMENTO NA TUA RELAÇÃO. Direi melhor, "melhor e mais valioso investimento em vida". Este é naturalmente o primeiro “mandamento” do ser-se feliz para sempre – é essencial. Sem este, ser-te-á mais difícil seguir todos os outros.

2
ACEITA O TEU
“mais que tudo” (ele/ela), COMO ELE É. Não tentes mudá-lo apenas para que corresponda às tuas próprias expectativas e interesses. Isso é errado! Ninguém quer viver com um fantasma idealizado, mas com uma pessoa real. Nunca desejes
fazer que ele/ela seja o outro/a que um dia te rejeitou. Errar paga-se caro!

3
Se for necessário e oportuno, FAZ-LHE SUGESTÕES, mas nunca idealizes a sua imagem: ele é alguém de carne e osso, com qualidades e defeitos, virtudes e limitações.

4
AJUDA-O/a SEMPRE QUE POSSAS, a superar defeitos e limitações. Não explores nem manipules as suas carências afectivas e pontos-fracos. Nunca lhe faças criticas diante de terceiros.

5
PRESERVA A SUA MANEIRA DE SER, as suas características e gostos pessoais. Não permitas que a sua identidade individual fique apagada ou até mesmo se anule na relação.

6
MANTÉM O SEU ESPAÇO INDIVIDUAL e cultiva os momentos de privacidade sem complexos. Se assim for, a relação a dois não se tornará cansativa e estéril.

7
FAZ AS TUAS PRÓPRIAS ESCOLHAS E SEGUE O TEU PRÓPRIO CAMINHO. Nunca abandones os sonhos e ideias só por não serem também os sonhos do outro. Se isso ocorrer, tanto a ti como ao outro, pagarão muito caro. Tu por teres abdicado da tua vida, ele porque mais tarde ou mais cedo será culpabilizado.

8
É IMPRESCINDIVEL QUE HAJA ESPAÇO para o outro se relacionar com outras pessoas. É inútil e pouco saudável querer ser tudo para o parceiro, tentando preencher todas suas necessidades de relacionamento. Pelo contrário, estimula-o a relacionar-se com outras pessoas e respeita os seus amigos, mesmo que por alguma razão não os aprecies.

9
CONFIA nele. O ciúme é a pior doença que pode atingir uma relação. Nunca o espies, controles os seus passos, inspecciones as suas coisas, nem que seja por simples curiosidade. Aliás, quando uma relação chega a este ponto, é sinal que já acabou há muito tempo ou nunca existiu.

10
DIZ CLARAMENTE O QUE TU QUERES OU PRECISAS. Não esperes que ele adivinhe as tuas necessidades, nem lhe escondas as suas dificuldades, sejam elas afectivas ou materiais. Aprende a pedir-lhe ajuda, carinho e colo. Afinal ele não é bruxo..

11
PEDE E DÁ
ao outro “feedback” constante a respeito da relação, não só afirmando claramente quando alguma coisa não está bem, mas também falarem dos bons momentos que estiverem a passar juntos.

12
HABITUA-TE A CORTEJAR o outro e a manteres-te atraente, mesmo depois de já estarem juntos por um longo tempo.

13
PRODUZ-TE (arranja-te) SEMPRE para o encontro dos dois. A intimidade não te autoriza a tratá-lo com desleixo.

14
NÃO ESPERES POR OCASIÕES OU MOMENTOS ESPECIAIS para seres carinhosa. Declarares o teu amor e dizeres-lhe como é especial para ti, é muito bom e gratificante. Cede à espontaneidade!

15
LEMBRA-TE DE DAR PEQUENOS PRESENTES sem que haja nenhum motivo especial para isso.

16
Tem os teus próprios PARAMETROS E REFERÊNCIAS para saberes como está a relação. Não te deixes levar por padrões e referências dos outros. Resiste à sedução social (revistas da treta), de fazer comparações com outros casais. Cada pessoa, casal, tem a sua história. Pensa por ti.

17
NUNCA PERMITAS QUE TERCEIROS INTERFIRAM no rumo da tua relação. Ninguém te conhece melhor do que tu. O que é bom para os outros, pode ser desgastante e nada duradouro para os dois.

18
É IMPOSSIVEL CONCORDAR com o outro em TUDO. Procura resolver as diferenças e conflitos sem agressões, sabendo que desentendimentos, quando bem trabalhados, só contribuem para o crescimento da relação.

19
NÃO PERMITAS que os teus DIAS DE MAU-HUMOR se transformem em cenas de violência gratuita. Que tal fazeres silêncio, se não conseguires ser melhor? Mas diz-lhe que estás em silêncio. Nunca ignores o teu parceiro.

20
MANTEM A RELAÇÃO SEMPRE EM ALTA, sobretudo quando a vida não estiver a correr tão bem como desejavam. Uma relação ajuda a crescer e ser feliz, não para se ser infeliz.

(.. 31Agos’08) (2)


Nota: .. em edição. Adições, subtracções, multiplicações.. sumários de várias ideias, aqui, ali e acolá no tempo.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Baptizado da minha princesa.

Realização em Copenhaga, Dinamarca.

Cerimónia Ortodoxa:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_ortodoxa

Simplesmente simples.. Um toque para toda a vida.

Exausta..

Registo solene.


Dias seguintes.. A minha princesa a brincar, com euuuu.

(.. 29Agos'08)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Afónico

Áfono, mudo (*)..
e com dores.


É como estou de momento. Dores no peito e na garganta. Dói-me quando respiro e respirar necessito por ora. O corpo dói-me todo. Do cansaço e de outras dores. Tipo gripe , mas nada de gripe, mais do tipo resfriado - penso. É exactamente como cheguei, no avião TP503. AFÓNICO.
O dia 25 foi trabalhoso. Muito trabalho. Quer dizer. Trabalhei com vento, chuva miúda, frio, calor.. sei lá.. quero dizer.. aquele tempo impróprio para quem trabalha ao ar livre. Suei. Suei muito. Também tive muito frio, para estar tudo a tempo e horas para a festa da minha querida neta. Trabalhei arduamente em afazeres que tinham de ser executados para o primeiro aniversário da minha querida neta. Mesmo durante a festa que foi fantástica, trabalhei com humidade a miude e fiquei com mais dói-dói.
Já estava a “chocar” um resfriado há dois ou três dias, assim, fiquei neste dia bom, pela felicidade da neta e dos seus pais, mais com mais dói-dói.
Lá cheguei eu do norte da Europa. Na verdade até cheguei bem. Quer dizer, o meu querido filho, nora e neta, estavam bem. Verdade. Essa é que é essa. Não quer dizer que eu esteja bem, mas para o caso presente, interessa só isso. Até porque, não sendo “maricas” de doenças que afectam os homens, não faço contorções sobre as minhas dores ou qualquer doença que me entre pelo sangue a fora. Quero dizer, com a minha idade já deixei há muito de fazer qualquer pino, para mostrar a quem quer que seja que estou muito doente. Não necessito. A idade mostrou-me que isso não é a coisa mais importante. Mostrar, mostro outras coisas, essas sim, por exemplo; marco presença, porque quero de coração.
Cheguei a Lisboa doente e descarreguei as dores “todas” – quase todas, que tive lá no norte da Europa, mesmo à porta de chegada dos passageiros. Assim, só estou afóno. Não consigo produzir qualquer tipo de som, não porque não queira, mas sim porque nada sai. Afónico é isso mesmo. Só a minha querida e mais que tudo mulher, companheira e amiga, sabe o quanto estou AFÓNICO. Doente de temperatura, áfono e de sentires.
Lá se passaram os dias. Uns, melhores do que outros - o tempo não ajudou muito, mas nenhum com o abraço que eu julgo merecermos. Fui melhor. Assim foi. Assim vim. Assim escrevo, registando.
E o tempo continua a “rolar”, mesmo que alguém não veja presentemente o que outrora com esforços inusitados, alguém o fez com muito orgulho. Passaram os dias, as horas e tudo voltou ao normal após a chegada.
Um dia - os dias nunca são iguais, tudo vai melhorar. Quero crer! E isso é que sim, mesmo afónico e com dores..

(.. 27Agos’08) (2)


(*)
http://www.medimagem.com.br/secao.php?s=9&id=3412

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

sRita! Trinta e seis..

É uma bonita idade.

Ousadia!..

A porta está aberta. Empurra-a. Entra devagar. Agora, se prestares atenção, podes ver tudo o que se passa dentro do mundo que vivemos. Tem cuidado, não faças barulho, tenta respirar.. A luz é pouca mas suficiente. Fica-nos bem, muito bem. A amizade é mesmo assim. Não perguntes mais nada.. Ouve-me, simplesmente simples.. olha só.

Quem sou eu? Interessa?
Sou simplesmente mais um que passou na tua vida sem sequer ter alguma ousadia para te respirar. Ousadia sim. Aquela que poucos usam. A de te querer muito, com estima, respeito e grande amizade. Assim passei por ti e tenho de ti o retorno de uma boa e sólida amizade. Outros que nos viram, sonharam, ousaram pensar em outras ousadias.. Enfim!
Desejo-te tudo do melhor e que este ano, seja o inicio da tua melhor ousadia.
Que o teu dia de hoje seja para sempre. Fantástico também.
Parabéns!
É que eu estarei sempre, essa é que é essa.

Beijo

(.. 14Agos’08)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Animem-se! Estou de saída.

Não peco se escrever que vou de férias. Se vou é porque mereço e porque estou bem. Viajo dia 16. Voltarei de bem longe no final de Agosto.
Depois da chegada, os dias vão ser melhores porque, a asfixia do amor perdura a olhos sem fim. É que eu gosto tanto de estar nos braços da mulher que me abraça quando acordo. Assim nunca mais será possível voltar ao terreno amargo de outrora.
Tenho por certo que a consistência matura da razão da minha melhor estima e do meu novo respirar é; pela ajuda infinita da mulher que me adormece todos os dias ao cair do escuro.

Para ela, a minha estima é irremediavelmente saudável. O meu carinho. O amor desmedido. Amor tão aflito que nunca deverá ao momento, acabar.
Nunca escolhi um amor. Essa é que é essa. Sabia. Sentia. Um dia alguém me daria a mão. Fui escolhido no meio de tanto nada. E porque não sou tolo; fico para sempre nos seus braços.

Eu sei que a solidão, as tormentas dos últimos meses e as coisas negativas que vivi, me fizeram homem. Ó se sei! Os meus silêncios foram vitoriosos de tudo.

(..11Agos’08) (2)

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

À minha amiga JoanaJ

ao texto: "O teu coração nas minhas mãos"

Caprichar.. Aprimorar.. Timbrar.. Esmerar.. Exceder..

Todo o dia é um novo desafio a vencer. Desafios que aos olhos de muitos podem parecer tão simples, e para outros tão complexos e insuperáveis, inerentes da condição física, idade ou sexo. Na verdade são fases na vida de cada um de nós que não devemos esquecer.
A distância é só um pequeno silêncio.
.. a distância causa o silêncio.
Planta o pensamento e vê quando floresce
o caminho abre-se..
.. e quanto mais preparado, aponta os olhos
.. no sonho.
Nos sonhos, sem medo de respirar..
.. sem medo de tropeçar como os demais.


(.. 08Ago’08)

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Fazem-me falta alguns amigos.

.. que ficaram no deserto.

ao cuidado da afectuosidade adequada:
Ao magro. (ja)
Ao gordo. (ac)
À minha estimada e muito querida gordinha. (af)
Ao barrigudo. (jc)
À outra querida de lá de baixo. (ap)
E poucos mais.. outros e outras.


Às vezes penso que sei tudo. É um facto! Tenho dificuldade em admitir que vivo sem razão. Sou destinado a ser daqueles que sabem, pelo menos quase tudo, pelas adversidades da vida que vivi. Devia “mazé” ter vivido menos ou ser cego para as coisas que vi, pelo menos conseguia ser "mais" feliz, feliz como os outros – deve ser isso.
Na verdade sou um mole, apesar de não conseguir fazer equilíbrio entre o SIM e o NÃO – repito-me. É um facto que querer DEFORMAR-ME, é um exercício que não me pertence, mas reconheço que devo faze-lo para o meu bem e, para o bem dos que me envolvem. Não estou a imaginar-me continuar a falar claro com as pessoas. Todos precisam de ouvir mentiras. É assim que reflito o pensamento, ao chegar à idade de voltar a ser criança. É uma contradição. Mas a maioria aceita e vive assim e não posso fazer nada.
Tudo é muito novo nesta nova vida. Estou em aprendizagem. Preciso de nova ajuda. E se tenho de aprender a viver tudo de novo, constato, o caminho está infestado com hábitos, vícios e preguiças.

Estou a conseguir arrumar as desarrumações que tive há tempos atrás, aquelas coisas do ex-emprego. De momento não me lembro onde andei a trabalhar durante quase 34 anos! Sei é que o arrumo é fiel. A caixa das arrumações é enorme. Consegui enfiar os anos todos na dita caixa. É um facto. Já acordo sem saber o que fiz. Durmo sem ser repreendido com questões desse tempo. Engraçado! Acho que consigo e vou conseguir muito mais. São inexpressivos. Os anos passados. Quer dizer, só falta afundar mais um pouco para que outras coisas fiquem mais à superfície, segundo os meus princípios. E os meus desejos também.

Faz-me falta é os poucos amigos que deixei lá. Esses não quero esquecer. Foram poucos os que ficaram. Esses não deixo de pensar. Sinto muito a falta deles. Foram muitas coisas boas, outras más, que passámos. É sensato pensar nos amigos que deixei no deserto. Eu gosto de pensar neles. Tenho muitas saudades deles. Sei! Não existe saudades! Eu que digo isto tantas vezes, quase sinto saudades deles. Na verdade posso tê-los perto de mim sempre que quiser. Tudo o que penso deles e com eles, é gratificante. Reconheço, posso rever sempre que queira, mas verdade verdade é que o deserto é enorme e eu abomino as securas das travessias para chegar ao local que por vezes é incerto.

Às vezes acordo com um sofrimento muito antigo, parecido ao que já tive quando era muito pequeno. Quase igual ao que senti pela primeira vez que me disseram que a minha mãe tinha-me deixado. Partiu sem me dizer nada. Era pequeno, ainda não percebia as palavras. Não tive qualquer preocupação de maior. A sua face não me era ainda familiar. Alguém me dizia – lembro-me; ela vai ganhar a vida para ficar sempre contigo. "Depreendi"; e nunca mais ficarei sozinho.
Todos os dias, quase todos os anos da minha vida eu ouvia as palavras que nunca percebia muito bem. Nem hoje. Amanhã também não quero perceber. Já não me faz falta essas palavras, a não ser, para dizer que tenho uma mãe em algures num local que hoje nem o reconheço.
Muitas vezes não estava bem. Não havia ninguém para me ajudar porque, nem procurava ninguém, quanto mais querer lembrar-me de alguém.
Todos têm as suas razões. Nunca tenho nem menos nem mais, mas todos os dias tenho falta de alguém. Deve ser por isso que me faz muita falta os amigos que construí em tempo passado.
Hoje a distância é um facto. A vida que cada um leva é sua. A minha é florida e constato que os amigos fazem-me falta.
Não desespero assim tão facilmente. Sou fluido em mascaras. Não tenho a absoluta certeza de nada, nem de merecer isto ou aquilo. Continuar assim, nem sequer me importo. Tudo é melhor do que fazer alguma incoerência atormentada, mas fazem-me falta alguns amigos perto de mim.

(..05Agos’08)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sou um estúpido.

Sou um estúpido, peço desculpa. O que é que se pode fazer quando se está muito bem e de repetente, dá-nos um coisa má que nos apetece fugir de tudo e de todos?
É que nem sei ser sensato mesmo que às vezes pareça ser. Estou muito cansado. Sensato devia ser ir para um quarto, sem portas, sem janelas e, fazer adições a todas as estrelas que ali visse. Como castigo, era o que eu merecia. Só deveria sair do mesmo, quando o resultado merecesse compaixão de quem faço sofrer. A minha muito querida mulher.
É preciso aguentar uns dias, mas eu não mereço facilidades. Acordo feliz, é um facto. Passo os dias felizes, outro facto. De noite sou também muito feliz. Mas antes de anoitecer, pareço possuído por algo de estranho. Não sou eu! E de momento não sei reconhecer quem sou. Essa é que é essa! E todas estas coisas me afectam muito.
Penso que sei lidar com todas as coisas, mas as coisas novas que vivo são uma palhaçada que me relança arduamente no fosso de leões que desconheço. É um caminho completamente desconhecido, cheio de coisas que se pensam, por não ter feito e, outras porque as fiz?!.. É tramado! E estas coisas espero, que passem, porque nunca supuz que viesse a ter dificuldades em lidar com as coisas estupidas.
Tenho a certeza de que estou apaixonado e, a certeza de ela ter a mesma que eu tenho todos os dias, quando a olho de frente.
A minha única certeza é do coração.
Vêem-me tantas coisas à cabeça. Coisas que até já tinha esquecido. “Ca’raiva!” Existem coisas que nos lembramos só para ficarmos aborrecidos. Devem ser coisas muito mal arrumadas. Tenho sempre a certeza de que arrumo tudo, mas nestes últimos dias não me apetece olhar as coisas, até as que estão desarrumadas.
Falo muito, sei disso. É o meu defeito. As pessoas como eu que falam muito, têm medo dos silêncios. Dos silêncios mentirosos, dos outros. Tenho medo do que penso e não julgo que seja capaz de ver melhor. É só um mau momento - penso. É que só de pensar já é um fardo tristonho. Medonho e tamanho deve só de caber na minha cabeça. Talvez não! Talvez eu até esteja certo. Mesmo que seja só um pouco, se penso, devo tirar tudo da cabeça. Mas..
Que coisas?.. O exercicio é estranho.
Quando olho para ela de repente, vejo lágrimas a caírem-lhe, face a baixo. É um bom pretexto para lhe dizer que não suporto a água que cai dos olhos, por isso, sinto-me estúpido! Podia muito bem ficar “mazé” calado. Fechar a boca também é um bom dom, mas eu nunca fui capaz. Tenho dias assim ultimamente.

.. Sou um estúpido! Peço desculpa!



(.. o1Agos’08) (2)