Engraçada a vida que me mostra em cada dia que passo, as coisas que nunca deveria ter tropeçado, e as coisas que nunca deveria ter aceite.
Vem este texto a propósito dos meus últimos textos “A História...”.
Fico cada vez mais convencido, que as que me conhecem, nada me conheceram. As que nunca me conheceram, inventam. As que me viram alguma vez, pensam que me conhecem. A mulher que amo, sabe mais de mim do que eu pensava. AMO-A!
Vamos aos factos.
Iniciei os meus últimos textos com um propósito, esse sim só para mim. Como já aqui disse tantas vezes - espero num futuro muito longínquo, ter o privilégio e saúde de, reler o que escrevo, porque antes de ser um sitio público, é em primeira lugar meu, muito meu, onde escrevo palavras minhas, palavras que vivo, palavras que sinto, palavras que juntas são o meu diário de qualquer momento da minha vida.
Alguma vez aqui e neste lugar, escrevi algum mal que me fizeram? Não!
Haveria muitas supostas amigas que me amaram (ou me enganaram) que eu disse, NÃO! Algumas delas, eu teria muito para contar, depois dessa palavra NÃO.
Nunca escrevi mal algum de quem tanto já me fez mal. Nunca perdi tempo algum com essas coisas. Nunca aqui escrevi a vida de ninguém mas, sim, só a minha, os meus pensares, meus desgostos, minhas frustrações, meus choros, minhas alegrias, e tantas outras coisas que vou e continuarei a escrever.
Pois!.. Fiquei consternado.
Assim, recebi nesta última semana alguns e-mails e/ou "SMS" (quatro mulheres) pouco habituais, de supostas ou pseudo amigas, parecendo que tinha escrito algo como:
“ESTOU LIVRE! QUEM QUER OCUPAR O LUGAR DA ÚLTIMA MULHER QUE AMEI E QUE ME DEU COM OS PÉS?”.
Como é possível, este atropelo sem alma?
Como posso eu AMAR TANTO UMA MULHER e, escrever publicamente algum mal que me tenha cometido ou eu, ao meu maior amor?
Quem é que iria acreditar que eu faria uma coisa dessas?
Não é razoável tal pensamento de mulheres que parecem mais abutres do que os homens noutro tempo, que ainda os havendo por ai num qualquer lugar, as mulheres crescem, desmedidamente.
Mas mesmo que tenha levado com os pés da MULHER QUE MAIS AMO NA MINHA VIDA, alguma vez iria remeter-me publicamente à difamação da mesma?
Sabeis, que nunca faria isso (pensava!), como nunca o fiz de ninguém. Este meu sítio é prova disso, desde que nasceu.
Recolham os vossos e-mails. Remetam a outros lugares menos ao meu. AMO-A! ESPERO CONTINUAR A AMA-LA POR MUITOS E BONS ANOS, A MESMA MULHER.
Algumas de vós até pensam que me distraí, arrependi-me ou, fiz as pazes e agora venho com desculpas. Nada mais errado! Só a mulher que AMO, sabe a verdade do que aqui escrevo e o resto, acreditem ou não, não me interessa para nada o que quer que pensem sobre este assunto.
Não sou livre desde que a olhei, e espero nunca mais o ser. Sem ela deixo-me fluir, num qualquer lugar.
Se mordiscarem, os meus escritos mais pessimistas, verão que quando amo, eu sou TUDO OU NADA, e neste caso eu dava tudo, mas não fui igualado na objectividade.
Viver a dois em qualquer relação que me envolva, só o “TUDO OU NADA” recolhe o viver em comunhão. Os sonhos iniciados no primeiro dia, vão certamente ser encontrados no final do dia, e isso sei, é FANTÁSTICO!
É assim tão difícil de entender?
Como já aqui escrevi, nunca posso amar alguém que não me possa proporcionar uma nova família e este predicado, eu nunca abdicarei.
Quero que a Joana seja (será porque sei que vai acontecer) a minha última filha, com um novo viver em qualquer lugar. Assim será, assim acontecerá.
Sou leigo em coisas de mortais. Continuo a viver de grandes emoções, mesmo que me digam eternamente “cresce!” ou receba vulgares “SMS” de grande falta de senso.
Amigas? De?
Continuarei a receber qualquer e-mail, mesmo que menos próprio. Continuarei a receber as SMS, dignas de um livro de mal-dizer. Continuarei a ser o homem que sempre fui, sou, e serei sempre assim.
Derradeira questão: Como será possível amar alguém e, no momento de rumarmos outro novo caminho, seja ele qual for (neste caso, mais uma vez fico só e, como sempre a perder.), deixemos de amar quem na hora anterior amávamos tanto? Acontece-vos isso?
Comigo é absolutamente ignóbil essa promiscuidade nada razoável para, quem pensa que me conhece e outras que dizem que me amam!
Quis contar uma história. A minha e não a do meu melhor amor. Uma história sobre o amor e não de amor (ninguém leu, ou se leram foi na diagonal). Mas, as “abutres” apareceram e, eu continuo a saber dizer NÃO, mesmo que perca. Afinal em toda a minha vida eu sempre soube perder. Nasci certamente, não para ser vitorioso mas, para ser um homem.
Se é o que sinto, que seja, Mas difamar?!.. Ninguém e muito menos a mulher que melhor amei e amo, em tantas primaveras que tenho e tantas que me abraçaram. Foi simplesmente fantástico, este amar… Foi e será sempre a única.
Quis contar a minha história. Um grande amor Antes de Amanhecer e mais outras palavras que tenho aqui dentro, Depois do Anoitecer.
Para ti MP!
Em ti depositei um dia a minha esperança de uma melhor vida. Tu Sabes o Quanto!?... Não sei ser melhor! Nunca saberei se alguma vez o fui! Mas alegra-me saber, que tu sabes que fiz o meu melhor.
Força, corre, voa, sê feliz.
O meu melhor abraço.
(.. 14Ago’06)