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sábado, 31 de janeiro de 2009

Janeiro.

Espaço mensal para acerto de gritos bons e gritos menos bons, dos lados; de cá e de lá.
Neste nosso tempo. Neste nosso lugar.

(..31Jan'09)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Parabéns.

.. Para ti, única, minha.
.. Para ti, meu querido.

Os desejos, esses, são iguais ao nascer. As palavras são as mesmas de sempre, porem, os sentimentos, sinceridade, lealdade e honestidade são renovadas. Um fantástico dia cheio de mim.
Um beijo e carinhoso abraço.

(..28Jan’09)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Pai.

Fiz muitos erros na minha vida,
mas ser pai nunca foi um deles.

(..26Jan’09)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sonho.

Que sonho este o meu!.. Ôdase! Ai Ai..
De momento é o meu objectivo mais real.

(1) Martin Harris em demo.



(2) Michel Voncken em demo.


(..23Jan'09)

Aceito como prenda de aniversário. Bom.. também pode ser o Ty2.. :)
(Para ouvir o vídeo, fazer pausa no ruído em cima)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Vida.

Sou o que tenho,
Quero o que sou.


(.. 22Jan’09)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Para..

.. ti, minha querida amiga, companheira e mulher.



(..20Jan'09)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Silêncio.

O dia hoje está bem pior do que me sinto. Os dias cinzentos não me fazem nada bem. Não gosto. Não me dou bem com o céu escuro, muito menos com temperaturas frias. Apetece-me calar. Ficar calado é um predicado em mim, paciência. A maioria dos dias assim afectam-me porque o calor não me chega e assim não consigo dar, sentindo-me como quem lhe falta tudo e nada lhe falta, não sei se preciso, se tenho, se já não tenho, ou se não mereço ter o que extravaso em expectativas de meninice ainda.
Nestes dias incomoda-me o facto de ter lembranças estúpidas, por exemplo: o de não ter vivido em comunhão de família. Afecta-me o “nunca" ter conhecido os humanos que me fizeram - excepto a minha mãe, que a conheci vagamente em idade infantil meia dúzia de vezes e, de repente aos dezassete anos, que até parecia que desta vez é que era para sempre - tinha acabado o Curso Industrial. Mas não foi assim. Como outras que conheci, "queria-me para trabalhar". Dezassete anos são muito poucos e fui a outro caminho. Escolhi o exército. Mandaram-me para a Guiné. Era muito novo, mas tudo era melhor do que ficar com uma “desconhecida” que "queria que fosse trabalhar"! Sim sei, os tempos eram outros e "degradantes" também. Só que me apetece muitas vezes gritar-lhe(s), desfeando a minha parca educação onde quer que esteja(m).. ôda-se! Deus sabe! Não me mereceram! Tão pouco merece(m) que perca algum tempo a entender estas coisas. São só lembranças más.
Tento lidar dia-a-dia melhor com cada situação, sendo que sei, tenho de moderar a minha impaciência, os meus ímpetos, esfriar as expectativas, pelo menos continuar a sorrir perante situações adversas porque ainda não me permito capitular, é que o futuro que almejava é cada vez mais ténue.
No ano anterior conheci muitas pessoas, pouquíssimas ficaram - é o costume. Ainda não aprendi a calar, só a silenciar (ainda sou de tudo ou nada), mas estou a seguir os trabalhos de casa, quer dizer, pelo menos penso que executo todos os exercícios, não saltando nenhum e alguns até são muito difíceis. Amigos ficaram, mas a maioria na minha nova deformação, os que já não precisam mais de mim, estão cada vez mais longe, e isso é um facto, pudera, já o sabia, nada de novo no horizonte.
Desde o início deste ano, venho pautando pela construção de cenários. Hipotéticos. Cenários construídos sobre alicerces da insegurança, cada dia que passa pior. De facto os cenários constroem-se de acordo com o nosso estado de espírito e os cenários alteram constantemente as minhas deixas, impedem-me de ser quem quero ser, atrofiam-me, principalmente as exigências de passos maiores que a perna, pelo menos é o que enxergo nestes dias sombrios.
Reconheço cada vez mais que não adianta ler, cantar poesias ou frases feitas para pôr para fora o que quase explode dentro de mim. Estou em aflição. Hoje o que mais queria era fazer uma coisa diferente. Andar pela terra. Sentir os pés no chão. Encontrar uma mão que me fizesse um ser constante. Darem-me um abraço leal e voltar a sentir o brilho que outrora todos viam em mim.
Assumo, não tenho paciência para fretes e tenho vindo a deixar de os fazer, mesmo sabendo que não se julga ninguém pelo seu exterior, tenho vindo a melhorar os meus julgamentos. Se me sinto melhor? Tenho dias bons e outros menos bons, como sempre, porém os gatos e os cães que passam por mim na rua já não fogem.
Tenho saudades dos tempos que levitava, via as coisas com as suas cores brilhantes, profundas e até das mentiras, omissões. Ria-me muito nesse tempo. Hoje não estou pior, cresci, anteriormente era uma felicidade submersa no "faz de conta", mesmo que ainda hoje ensaiam dissemina-la. Hoje os cenários mudam constantemente em velocidade que não quero seguir - os sentimentos estão à flor da pele, e por muitas razões a vontade é de gritar. As omissões aniquilam os leais.
Bom, hoje apenas quero estar em algum lugar onde sinta uma enorme calmaria. Tranquilidade. Onde de mansinho possa escutar apenas as ondas do mar e através delas, conseguir sentir paz no meu interior - aquela paz que nos diz; está tudo bem. Melhor ainda; tudo vai ficar bem.
Hoje simplesmente simples; só preciso de silêncio, não me perguntem porquê, “ninguém” me fez mal, só quero estar sozinho.

(.. 19Jan’09) (2)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Angústia.

Há momentos desconcertantes que nunca convoco em que a puta da angústia se instala comodamente no meu peito sem qualquer autorização e pressiona até fazer doer. Certo certo é que já não me tira a fome. Não me faz chorar. Respiro é com dificuldade. Ôda-se! Faz-me doer o estômago, roubando-me o sentir do coração. É a porra da vida, dizem uns, cá p´ra mim, é a porra dos tempos arcaicos! Lembro-me de ajudar muito, esquecer do meu rasto e isso é que não. Ôda-se, ôda-se!
Temo que o que nos prende a alguém é o imprevisível. O que nos guarda é a fragilidade. De uma maneira ou de outra o gostar está presente.
Deixei de falar do passado. Do bom passado. Do mau já não me lembro das lágrimas, cresci, e isso já não quero saber para nada. Só por isso devia ser considerado um bom homem, mas não é assim que a vida enaltece o sangue que nos faz pulsar ou os sacrifícios pelo gostar.

Somos necessários a muitas pessoas, mas nunca o suficiente para quem gostamos muito.

Falar do passado é ruim e perda de tempo - é um facto. Devíamos esquece-lo o mais depressa possível. Do passado mau, porque o bom, esse, enobrece os sentimentos e apela ao melhor de nós com os outros vindos. É por isso que a vida seguinte nos é mais leal e cada vez mais difícil. Só assim seremos mais felizes, mais verdadeiros e isso é muito bom para nós e para quem nos segura a mão.
Há momentos que sinto saudades da leveza com que vivia. Felizmente, deixo de sentir, para assumir a responsabilidade de gostar muito, por isso gosto do agora, momentos raros, em que me esqueço no que hoje me transformei. Assumo que violo as regras todos os dias das gentes normais. Sou um fazedor de caos, dizem. (*)
É como o escrever, gosto, sem me preocupar se estou a ser ousado ou não. Gosto de escrever fugindo às regras impostas. Trocar e usurpar virgulas. Gosto porque gosto. O que faz sentido hoje pode esfumar-se amanhã, mas o que conta é o tom da leveza do momento que registo, e isso gosto.
Descrevo momentos, emoções, etc e tal, mas meus. Os que vivo no momento e que ninguém poderá descrever tão bem como os meus dedos. É o encontro comigo. Tinha saudades de me encontrar a sós e isso faz-me muita falta ainda, e quando assim acontece, escrevinho coisas banais que são o meu rasto, quiçá, ainda sombra.
Hoje sei, cada vez mais me sinto só e com vontade de ir a outro lugar. Faço esforços desmesurados que não chegam para que as coisas melhorem e ela sinta que sou presente em quase tudo, mas a partida é sentida pelo menos é o que sinto desde o final do ano.
Não sei se alguma vez conseguirei escrevinhar o imenso mar de sentimentos que habita hoje no meu dentro. Se alguma vez conseguirei encontrar palavras que desnudem os meus melhores sentidos. Não sei e não me interessa por agora. Não serão é fantasias, nem palavras destinadas a viver unicamente em mim. Por isso fluo-as aqui. Partilho. Arremesso-as com vigor para que a puta desta angústia se esfume de vez de mim.

(.. 14Jan’09)

(*) A propósito: O video complementa o meu caos.
(Para ouvir o video, fazer pausa no ruído em cima)


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Vem-te.

Há poucas coisas perigosas, não sei! Não sei muitas coisas! Sei poucas. O certo é que sei, já estive perto. Recuei. Ou fugi. Sei lá. Acaba-se sempre por ter de fugir um pouco dos outros e de nós e as razões abandonam-se, o perigo também.
Pergunto tantas vezes o que nos une? Sei lá, uma pequena dúvida, curiosidade, fragilidade, desalento ou uma falta igual de esperança. Não sei! Nem creio que o outro lado o saiba. Às vezes penso que foi pela minha fragilidade e não por outra razão. Quero acreditar em mim.
Assim, há dias que quando a acho muito bela dói-me aqui dentro. É o mal de se gostar muito. Da entrega leal. Às vezes nem sei como lhe tocar. Perco-me em pensamentos aquando jovem sonhava. Esqueço vezes demais que já não sou esse, o jovem, nem o mais próximo. Em questões de sexo, sou o que sou e de momento perco, para todos os meus princípios. Talvez agora nem saiba quem sou ou o que sou capaz de fazer para lhe tocar outra vez mais como outrora. A boca dela, ai.. olho-a e vejo-a em grandes metamorfoses, devo sonhar sempre que a olho, porque os dela são sempre iguais, inalcançáveis. Todas as vezes que a olho quero agarrar algo para que pudesse ficar um brilho dela em mim ou outra coisa igual mesmo que não tenha sentido. Prende-la não faz sentido algum porque também não me deixo prender, não é justo, e um dia irá, nada ficará, é o que acontecerá, nada fica.
Não faz sentido perder os meus gostos de jovem – essa é que é essa. Certo é que ela nunca será nem é como eu e eu sofro muito com isso. Nunca me descobriu e mingo no tempo. Hoje cada vez mais penso nisso e não quisera que assim fosse na idade do descanso.
Vamos “mazé” falar de sexo porque é disso que os meus sonhos (ambições), são mais sensíveis e neste fútil pensar, sinto-me mais aquecido, o sangue vive. É que na verdade o dia não me dá qualquer rasgo de penetração molhada. Faltam os abraços que sempre perpetuei que assim seja (não mudo), é assim que penso, é assim que sou, e quero-te tanto minha querida amiga, companheira e mulher.
As bocas não servem para nada sem sexo - beijar é amar. Não há nada como este pensamento para me livrar de mim e dos meus erros. Não quero saber de mais nada, só de ti. Deixa-me estar lá dentro no teu quente húmido para sempre, sim, aí, onde se multiplicam os fluidos, os aromas, os carinhos, os desejos, sim, dentro de ti. Respira-me a respiração num beijo de luxúria, línguas obscenas, uma na outra, molhada de nós, nosso suor de nos querermos muito. Faz-me viver de ti dentro de ti minha querida mulher, e abraça-me sempre e durante muito, para que nunca me esqueças ou deixes que eu morra num canto qualquer, descuidado, desprezado ou outra me leve e despreze o meu tanto gostar de ti.
Sempre que assim acontecer, vivemos mais e tu poderás dormir mais sossegada, nós. Outro dia faremos tudo de novo, é só quereres - chama sempre por mim, não te rogues, olha-me com os olhos que te olho, quando te penso em amar até ao fim. Repetir é bom, seremos mais homem, mais mulher e viveremos mais dias. Talvez consigamos mais meses e porque não anos. Tudo será alecrim e a primavera virá muitas vezes e depois no verão iremos há praia enxaguar os fluidos que semeámos com amor. Isto é gostar. Isto é querer.
Quando me lembro do passado bom lembro-me do amor que tenho por ti, da minha fragilidade também. Por isso, podes vir-te sempre dentro de mim, porque quero, porque gosto, porque é assim que tudo deve ser, comigo e contigo. Vem-te minha querida mais uma vez em mim. Faz os passados bons esquecerem-me. Afugenta-os. Só tu para entrares dentro da minha fragilidade da minha boca.

(.. 13Jan’09) (2)

sábado, 10 de janeiro de 2009

Ambição.

O que é ter ambição? Humm!.. Podia dissecar mil e umas definições da palavra, mas as que encontrei, nenhuma descreve a ambição da alma que faminta paz! (1) É assim; o silêncio é a minha ambição (pode-se ler solidão). Qual é o mal? É verdade! O esquecimento impera nas gentes; sou um “downshifters” quase puro. Era sem saber. Agora sou por convicção.

http://tuaminhaboca.blogspot.com/2008/12/downshifters-ii.html


Relembrando o que é óbvio as gentes que me conhecem não deviam duvidar. O silêncio repete-se em mim porque sou assim, assado, assim como assim, nada a fazer! Normalmente estou a passar por um momento ruim, mas os que pedem muito, nada dão – essa é que é essa.

“Que me desculpem os desesperados, mas a solidão é fundamental para viver. Sem ela..”

http://tuaminhaboca.blogspot.com/2008/12/solido-i.html

Não sei se é assim tudo tão linear na vida. Tento, mas reconheço cada vez mais em mim pedaços castos onde os silêncios fazem-me estar bem comigo e com as gentes que me rodeiam. É que nesta altura, dou valor a coisas que outrora desviava os olhares. Contento-me com muito pouco, e esse pouco, é fantástico. (2)

“é preciso aprender a estar só para se gostar e ser feliz.”

A razão é sempre ambígua, abstracta, quando se trata de sentimentos de alguém. Por isso canso-me de “ter razões”, pelo menos em coisas tão simples como é o caso da minha vida, da minha maneira de estar, de ser – estou a deformar-me cada vez mais. Agora que sou livre, questiono bastas vezes; porque tenho de perder tempo em adquirir coisas que não me fazem falta nenhuma? São tantas as questões pertinentes sobre ambição que não perco nenhuma energia a pensar nelas. Um dia escrevi; "só preciso de comer, e às vezes, nós humanos, só precisamos de um abraço". De momento ambiciono um teclado, Y a m a h a (3), R o l a n d ou K o r g (alguém quer oferecer-me?), para ouvir o som da minha alma quando grita por paz e equilíbrio emocional. Nada de mais! Surpreendo-me cada vez mais comigo no passar dos dias. É o resultado de qualquer deformação - penso. Sinto-me bem com as minhas ambições razoáveis de momento. Pode até ser que não sejam as mesmas da maioria, das gentes “normais”, sou anormal, só pode, mas não tenho doença nenhuma. Ninguém tem de gostar da minha vida, forma de estar, pensar ou ser. Não me obriguem é a ter ou gostar, do que não quero ou não gosto. Repito-me; sou verdadeiro, leal, brutalmente honesto (pena minha), e morro com as omissões (não sei lidar). É que não espero deixar nenhum palácio depois de partir para o último lugar que nos é comum.

(..10Jan’09)

(1) Paz; solidão; pressupõem-se, mesmo acompanhado pela pessoa que mais gostamos.
(2) Afinal o que é pouco? O muito não serão esperanças irreais?
(3) Aceito teclado Y a m a h a_t y r o s_3 ou 2, como prenda de aniversário.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A verdade de Gaza.

O momento é propício e por isso, copio na íntegra o que li e aceito. Parabéns ao seu autor. Não escrevo politiquices no meu espaço, mas faço questão de partilhar este. Quiçá! Talvez esteja a deformar-me - não é um novo ano?


"A guerra em Gaza
"Na Palestina, não há bons nem maus, só maus. E quando ambos os lados querem a guerra, não há mais nada a dizer"

Quando um português defende Israel, normalmente ele é de Direita. E quando outro defende os palestinianos, normalmente é de Esquerda. Não foi sempre assim. Durante mais de metade do século XX, as direitas – europeia, portuguesa e americana – eram anti-semitas. As direitas religiosas culpavam os judeus por terem 'matado Cristo' e as direitas económicas por serem 'usurários'. O general Franco combateu a sua guerra civil contra "maçons, comunistas e judeus". E Salazar marcava os passaportes judeus com tinta vermelha. Este violento anti-semitismo europeu teve infelizmente o seu apogeu sinistro com a Alemanha nazi.
Ao mesmo tempo, a formação do Estado de Israel foi sempre apoiada pela Esquerda europeia e, depois da Segunda Guerra Mundial, teve Estaline como impulsionador, fornecendo as armas. Os primeiros líderes, Ben Gurion ou Golda Meir, eram russos e socialistas. E as primeiras comunidades na Palestina, os kibbutzs, eram de inspiração soviética.
Contudo, nos anos 70, o tema girou 180 graus. Na América, o Congresso Mundial Judaico impôs-se como poderoso lóbi e influenciou Hollywood e a política. Os choques petrolíferos e o terrorismo causaram antipatia contra os árabes nas direitas, ao mesmo tempo que Arafat e a "causa palestiniana" marcavam pontos à esquerda. Quando Reagan chegou, em 79, o Mundo já invertera simpatias: as direitas eram agora pró-Israel, e as esquerdas pró-palestinianos. E assim tem sido até hoje.
Este apego emocional a causas alheias turva as ideias. As pessoas preferem culpar a pensar. Israel tem razão porque o Hamas lança rockets contra as suas cidades. Pois... Israel não tem razão porque está a usar uma força desproporcionada contra populações indefesas. Pois... Já dizia Clausewitz que a guerra é a continuação da política por outros meios. O ataque a Gaza é isso mesmo: como vai haver eleições em Israel em breve, e quem está à frente nas sondagens é a oposição do Likud, os partidos do governo de Livni (o Kadima) e Barak (o Labour), fizeram uma guerra para... ganhar as eleições. E quanto ao Hamas, serve-lhe que nem uma luva esta invasão "brutal", que provocou, pois continuará a beneficiar do estatuto de protector das "vítimas", com que justifica carnificinas e atentados.
Portanto eu, que estou de fora, não tenho simpatia por lado nenhum. Na Palestina, não há bons nem maus, só maus. E quando ambos os lados querem a guerra, não há nada mais a dizer."
06 Janeiro 2009 - 09h00 - Domingos Amaral, Director da GQ


(.. 07Jan’09)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Alguém

Estou decepcionado!

Só porque alguém quer
ferir-me

não
significa que o fará!


(.. 06Jan'08)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Janeiro - Capricórnio.

O dia que me pertence muito é o dia que mais me apoquenta (!), sempre foi, e mesmo assim continuo a vive-lo sem necessitar de me ausentar para saber os poucos que se lembram deste dia.
Passei por todas as etapas que deveria ter passado na minha vida de homem. Faltam duas. A que passo e a da partida.

(.. 01Jan’09)

Novo ano.

.. de qualquer coisa.

Estou bem. Inicio o ano com poucas palavras.

Quem tem força, defende-se! Quem tem coragem, defende os outros.

.. e para ti minha tudo; querida amiga; querida companheira; amada mulher, que me acompanhas sempre em presença, nos dias bons, nos dias maus, apetece-me gritar-te!

ôdase!..
cuida-me!..
não te desvies
do essencial, nós!
por ti, tudo troco!
vendo o corpo,
a alma e ou o coração
e sem a menor hesitação
por ti,
até a mim renuncio.


(.. 01Jan’09)


NOTA: Por estarmos em tempo de crise e não querer contribuir para o enriquecimento das operadoras, não envio SMS a ninguém.