Como números reais, dos meus sonhos.
Uns gostam, outros não gostam. Lembro-me do tempo que também não se gostava do que eu publicava e soluções foram encontradas.
Este espaço é meu, como tal e por direito do que me oferecem, escrevo o que sinto e penso, sem omitir as minhas contradições, realidades, sonhos, desilusões, caprichos, destino, expectativas, sentimentos, frustrações, desabafos, etc etc e blá blá bla.
O meu e-mail é registado, não sou um indivíduo anónimo. As opiniões, todos temos mas, neste espaço a minha prevalece.
É o meu diário, quer gostem, ou não. Eu leio-o sempre que quero recordar algo, não o leio para ficar zangado.
Desde que iniciei este espaço já tive de tudo. Como agora tive mais uma chamada de atenção por determinado texto não ter sido bem interpretado ou percebido. Advogo-me (o meu mau feitio...) a escrever mais e mais, sobre o que sinto (qd me fazem mal sem razão aparente, diria no silêncio), o que vejo e o penso.
Uns gostam, outros não gostam. Lembro-me do tempo que também não se gostava do que eu publicava e soluções foram encontradas.
Este espaço é meu, como tal e por direito do que me oferecem, escrevo o que sinto e penso, sem omitir as minhas contradições, realidades, sonhos, desilusões, caprichos, destino, expectativas, sentimentos, frustrações, desabafos, etc etc e blá blá bla.
O meu e-mail é registado, não sou um indivíduo anónimo. As opiniões, todos temos mas, neste espaço a minha prevalece.
É o meu diário, quer gostem, ou não. Eu leio-o sempre que quero recordar algo, não o leio para ficar zangado.
Desde que iniciei este espaço já tive de tudo. Como agora tive mais uma chamada de atenção por determinado texto não ter sido bem interpretado ou percebido. Advogo-me (o meu mau feitio...) a escrever mais e mais, sobre o que sinto (qd me fazem mal sem razão aparente, diria no silêncio), o que vejo e o penso.
Os assuntos aqui tratados são todos da minha responsabilidade e escritos para mim, menos, raras excepções que faço sempre referência a quem os escreveu.
Desde o início que chamo os bois pelos seus nomes, porque o que escrevo é verdade (é o meu grito de glória, como de revolta com as minhas emoções) e quando escrevo penso nas pessoas que me abraçam e nas que por qualquer motivo não me abraçam ou deixaram de olhar-me.
Desde o início que chamo os bois pelos seus nomes, porque o que escrevo é verdade (é o meu grito de glória, como de revolta com as minhas emoções) e quando escrevo penso nas pessoas que me abraçam e nas que por qualquer motivo não me abraçam ou deixaram de olhar-me.
Não posso evitar em consciência de escrever do modo que sei. Não tenho outro jeito.
No tempo (qd releio), nunca saberia se pensava no Armando, no Jorge, no Fernando, etc etc etc… Outras vezes, encontro códigos para os meus textos, esses são meus. Ninguém tem o direito, de dizer que é o seu nome.
A Cristina, a Manuela, a Élia etc etc etc teriam razões de sobra para me trucidarem, mas nunca o fizeram. Nunca maltratei ninguém e sempre fui e sou FIEL, a todos os meus amigos, logo, às suas vidas privadas.
Não escreverei notas, dizendo que os nomes são fictícios porque eles são o que são e valem o que valem. São meus, e quando necessitar de criar algum nome, criarei dificilmente e como pedreiro de profissão que sou, nem muito jeito tenho, mas continuo a tentar.
A única coisa que prometo e porque sou assim mesmo, é que neste meu espaço, não contarei as histórias da vida de ninguém, simplesmente simples... Só as minhas, e porque não os meus sentimentos de momento por mais profundos que sejam? E são tantos como o apetite de viver.
Quem não quiser não lê. Quem não quiser, que não compreenda. Escrevo para mim.
O virtual é mesmo uma partilha com o mundo desconhecido. Continuo a partilhar com esse virtual as minhas ideias do meu mau génio, e da criança que se quer encontrar.
Estou a ficar melhor.
(.. 20Nov'05)
