| Contradições | Realidades | Sonhos | Desilusões | Caprichos | Destino | Expectativas | Sentimentos | Frustrações | Desabafos | Contradições | Realidades | Sonhos | Desilusões | Caprichos | Destino | Expectativas | Sentimentos | Frustrações | Desabafos | Contradições | Realidades | Sonhos | Desilusões | Caprichos | Destino | Expectativas | Sentimentos | Frustrações | Desabafos | Contradições | Realidades | Sonhos | Desilusões | Caprichos | Destino | Expectativas | Sentimentos | Frustrações | Desabafos | Contradições | Realidades | Sonhos | Desilusões | Caprichos | Destino | Expectativas | Sentimentos | Frustrações | Desabafos | Contradições | Realidades | Sonhos | Desilusões | Caprichos | Destino | Expectativas |

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Segunda - feira.

A segunda-feira chega todas as semanas; enfim. Ultimamente é um pesadelo. Sinto hoje que, o pior é, ter passado um Sábado e Domingo em pleno gozo familiar muito bom. Quer dizer, nova família, novas aprendizagens. Porque não dizer, novos “gostares”, afectivos - claro.
No Sábado, participei com a mulher minha amada, num aniversário de uma amiga. Novas apresentações. Novos olhares. Novos sorrisos. Bom convívio. E a noite, passou. E veio a manhã.
Domingo foi "mais bom"; um baptizado. O dia todo. De manhã à noitinha.
A família cresce?!.. Ela assim quer. Apresentações familiares feitas. Baptizado e repasto. Tudo em família. Dela. Desejo que seja minha para sempre. Sei! É só um desejo, mas farei para que a realidade prevaleça. Por eles. Por ela. Por mim será! E veio a noitinha. E veio a manhã.
A segunda-feira chegou. Volta todas as semanas. Sei, mas começo a detestar. É uma doença. É o mal do meu ex-emprego. É que as coisas já não são as mesmas. O emprego, lugar onde trabalhei tantos anos, todas as coisas que lhe fazia jus, hoje, não são mais o que me deliciava ao levantar-me da cama, logo pela manhã. Às segundas-feiras.
É o mal dos fins-de-semana. Quer dizer, ultimamente são bons.
Hoje é segunda-feira e mais uma vez não estou bem. É o mal de chegar ao local do ex-emprego e olhar para tantas gentes que antes abriam a boca, hoje, fogem-me das mãos.
O pior mal é o meu. Eu também devia mudar. Devia olhar para o lado. Devia fingir. Devia muita coisa, mas não consigo fazer porque não consigo lidar com as minhas tristezas.
Procurarei que amanha seja um novo dia. Prevejo mudanças drásticas para esta semana. Nada do que sinto hoje é coisa que eu vá gostar. Reconheço que os dias no ex-emprego, estão a apertar muito, e um dia muito próximo as coisas terão de chegar a um porto qualquer. Queira ou não queira que o porto me chegue.
Detesto sentir que amigos mudem no dia a dia. Morro. E para que não se sintam mal, consigo fingir que não vejo nada. Até consigo fingir que estou bem. Consigo fingir que tenho bons ouvidos.
Não fosse a força da minha amada, e eu estaria certamente num lugar de “ninguéns”.
A força dela, mais uma mão de amigos, ainda consegue que eu esteja a olhar o mundo de forma a entender que a justiça existe.
Aprendo com este meu novo tempo que, amigos.. é coisa que muda consoante o tempo e as oportunidades. Quero dizer.. dádivas.
Hoje como todas as últimas segundas-feiras estou por baixo, e não consigo deixar de pensar nisso. É que ainda não consigo deixar de pensar na minha ex-profissão. Nas coisas que fiz durante tantos anos na minha ex-empresa. O mundo da minha ex-empresa sabe o quanto eu era um bom profissional. Um excelente criativo em horas de aflição, também. Logo, não consigo olhar ninguém que ajudou a que estivesse nesta situação. Cada dia que passa, mais sei dos “amigos” que me tiraram as coisas que eu tanto gostava de fazer, às segundas-feiras também.
Dizem para não pensarmos nas coisas passadas, mas eu nunca esquecerei as pessoas que me passam todos os dias ao lado e que me enganaram. Estes, sempre enganaram outros, agora só
foi mais um, eu.
Não vou esquece-los..
Não quero esquece-los..
Não me dou nada bem com as minhas tristezas. Já tinha dito, mas repito-as ao céu azul.

(.. 30Jun’08)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Cartas no tempo devido: (xx 9)

Só para te dizer que não morri. Aproveito a minha pequena passagem para te lembrar; AMO DE CORAÇÃO a tua gémea verdadeira. E ainda.. Que presentemente, sou um homem feliz.
Rejeitaste-me é certo! Paciência. Sou grato ao teu melhor senso, a de me apresentares. "É bom também".

A ti.. O meu melhor OBRIGADO.

.. de mim, beijo.

Nota: Que sejas tão ou mais feliz do que eu prometo a mim, fazer acontecer a ELA.

(.. 27/Jun/2008 18:44)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Do nada nada vem.

À parte a vida vazia que me ofereceram e eu aceitei forçadamente, acordei hoje com muita falta de vida. Parece estranho, mas não é estranho o que sinto. Sou assim, meio trocado, meio dividido com as muitas coisas que sonhava e que agora vivo.
Sabemos que nada é adquirido. Nada mesmo. Como costumo dizer tantas vezes: “DO NADA, NADA VEM”. Adquirido, só a morte é certa.
De momento não me apetece dizer muito das coisas que queria para a minha vida, sinto-me vazio. Tenho dias assim. Hoje foi assim no acordar. Tenho mais dias positivos do que negativos, mas um só dia mau que seja, alerta-me. Eu que já não sou uma criança de outrora, estranho os dias que vislumbro, os dias menos bons em céu aberto. Sempre fui assim.
Consigo sentir coisas - deve ser da idade - que, passam ao lado de outros – digo eu. Até dos que me tocam todos os dias, quase todos os dias, ou mesmo só às vezes. Dificilmente me afasto do essencial, mesmo que pareça. Normalmente não desvio os olhos da luta a que me proponho. A luta é sempre merecida pelos que levam a vida no respeito pelos outros.
Não me venham com “merdas” que, sou eu que vejo as coisas ruins em todo o lado, devido ao mau período. (#$?!#..) Não se trata de ver, trata-se de sentir! E quando sinto as coisas menos boas, tocam os alarmes no corpo todo. É que adoeço com a mentira e morro com as omissões.
Hoje registo no meu diário que os alarmes tocaram em uníssono. Fazia muito tempo que não os ouvia. Pode até ter sido um falso alarme. Quero acreditar. Mas registo o tormento de tal som que, me deixou quase sem respirar. É que quando estas “merdas” acontecem, temo que, “as minhas coragens”, tomem conta da minha vida. É que eu nunca brinco com a vida de ninguém e, quando a vida me foge, sei fugir com a vida para lá do horizonte, onde as coisas
acontecem em paz e nunca afectam ninguém.
A coisa que hoje sei que faço muito bem é; Lutar pelas coisas que gosto muito. Tenho a minha velocidade e também é certo que hoje mais do que ontem, é mais lenta, mas também sei que a velocidade nos é alimentada todos os dias por quem gosta muito de nós.
Da minha mulher, essa, gosto cada dia mais dela.
Espero no tempo o baixar dos alarmes e não o concretizar das coisas que me afectaram hoje.
Do nada nada vem
.

(.. 23Jun’08)

Amarras e ilusões.

"As amarras e ilusões que criamos a nós próprios, consciente e inconscientemente, fazem com que apenas pairemos na vida num emaranhado de emoções e incertezas, e porquê? Porque não paramos para pensar."
(enviado por anónimo, via e-mail.)

Grito1
Já deixei de pensar no passado amoroso faz algum tempo e estou bem. Sinto-me muito bem.

Grito2
Deixar de pensar no passado "emprego", esse, ainda custa a engolir. Para já, ainda não consigo. É certo que sempre que penso nele, ainda me traz muitos entraves na vida, no dia-a-dia. Mas reconheço, cada vez é mais ténue, porque tenho uma ajuda preciosa, a minha mulher está sempre de braços abertos e presente todos os dias, e isso tem sido muito bom.

(.. 23Jun'08)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Acordo Ortográfico! (o meu)

Demorei tempo relativo a voltar, apesar de continuar cheio de "trabalho" na área que ultimamente detesto, "ESPERAR". Outras, até nem domino tão bem - é que continuo muito apaixonado, e é uma paixão enorme (as paixões não acabam assim de um momento "pó'outro". Sinto que vai ser até cair "pó'lado"), mas voltei.

Como ando numa fase menos boa da minha vida e, como não me apetece descrever de momento como estou nas minhas duas novas vidas, obrigo-me a passar algum tempo a, aprender outras coisas não menos boas. Português!
Ainda bem que não sei escrever esta lingua, sou mais um pedreiro de pedra que gosta de trocar a gramática premeditadamente, com o lápis que, de vez em vez, me tropeça nos dedos.
Assim, andei a recolher coisas de português, as novas, as mais faladas, pelos génios, não menos doutores da grafia.
Atentemos..


Esta é a caligrafia que gostava de pintar.

"se a nossa língua não evoluísse ainda hoje falaríamos Latim."

1
O alfabeto passará a ter 26 letras, com a inclusão do "k", do "w" e do "y".

2
As principais mudanças nas regras brasileiras serão a eliminação do trema;
- do acento agudo em ditongos abertos "ei" e "oi" em palavras paroxítonas (idéia, paranóica);
- do acento circunflexo no hiato "oo" (vôo) e nas formas verbais crêem, vêem, lêem, dêem e seus derivados.

3
Muitos dos nossos avós ou pais já passaram, pelos menos, por 2 (duas) reformas da ortografia portuguesa (1931, 1945,...).

Já passaram por:
- 'pharmacia' e 'farmácia'
- 'symptoma' e 'sintoma'
- 'êsse' e 'esse'
- 'flôr' e 'flor', etc.

ou seja, duas 'involuções', só no séc. XX, e sem ter nada a ver com igualar o português luso ao do Brasil.

4
Para nós a grande alteração será a eliminação dos grafemas/letras que 'nós' não pronunciamos, tipo:
- 'óptimo' para 'ótimo'.

5
Mas qual é o problema aqui? Ignorância, julgo, pois isto não é nenhuma novidade para o 'nosso' português!!! Já o fizemos antes, sem ter nada a ver com o Brasil, ou estaríamos ainda hoje a escrever:

- aCtitude, práCtica, estruCTura, séPtimo, traduCção, produCTo, satisfaCção, diCcionário, etc.

6
Se falarmos de 'purismo', não deveriam ser os brasileiros a eliminarem o acento em 'côr', 'vôo', etc., mas sim nós a recuperá-lo, pois era usado até à primeira metade do séc. XX e depois deixámos de usá-lo (e eles continuaram).

7
Teremos mudanças comuns e, embora nos afectem num maior número de palavras, no Brasil é maior o número de alterações.


Nota 1
Proponho-me de vez em vez, escrevinhar algumas das coisas que encontro ali, aqui.. rs

Nota 2
Toda esta doutrina, roubei ali aos doutores da palavra escrita que muito admiro. Por serem muitos, não lhes dou nomes.

Nota 3
Encontrei este conselho de EEstrela.. vou segui-lo.. Escrever 'de mais' quando puder ser substituído por 'de menos'. Quanto ao 'demais', fica para demasiado, em excesso ou os restantes e os outros.. rs



(.. 19Jun'08) (2)

segunda-feira, 16 de junho de 2008

De novo, Dinamarca!

Já estou à procura de viagem (barata) para Agosto, ida-e-volta, duas pessoas (eu e a minha querida mulher), duas semanas, Dinamarca.
Quero assistir à realização do baptizado da minha querida neta Catarina, na Igreja Ortodoxa local – Strøby. E como quem não quer a coisa, aproveito para, cantar os parabéns, comer o bolinho e refazer-me das saudades do casal que amo. O meu filho e a sua esposa.

(.. 16Jun’08)

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Cartas no tempo devido: (xx 8)

Aviso
PARA SEMPRE.

Serve esta para te dizer que estou em paz. Melhor dizendo, em PAZ MEMO. Encontrei a minha musa. A minha melhor paz. Sendo assim e como estas querem dizer nas entrelinhas, estou COMPROMETIDO.
Este ajuste, realço, é para todo o SEMPRE. Por isso e também, serve esta, para te informar que, não voltarei à escrita das grafias que pressupostamente te dirigia. Era minha intenção, continuar a correr o mundo à procura do teu sorriso, quer dizer, do teu melhor sorriso, porque eu não sou dado a recolher um sorriso qualquer. Sendo assim, remeto-me a outro caminho que, digo-te já, é muito parecido com o teu. Tão semelhante que, quando lhe olho, vejo-te. Quando lhe toco, sinto-te. Quando lhe abraço, mau!.. Mau mau! É FANTÁSTICO. Quando lhe beijo.. È BOM TAMBÉM.
O corpo do meu compromisso, foi talhado à tua imagem – desculpa, mas teve de ser mesmo assim, não me ia sentir bem tocar em epiderme que não suasse o teu aroma. A tua face também foi copiada. Ao acordar, olhar outra imagem não faria jus ao meu melhor amor. Sendo eu um homem de bons afectos, iria “deletar” a ânsia de viver feliz, os dias, logo ao nascerem.
Tudo é uma cópia. Sim sei. Tudo o que tenho, me faz muito feliz. De momento a paz tolhe-me o que não ousaria outrora sonhar. Mas ela é quase tu. E tu és quase ela, assim sonhei.
O momento é meu. E eu aos momentos de paz acrescento-lhe, “PARA SEMPRE”.
Mereço. Merece. Merecemos. Eu. E ela também.

.. de mim, beijo.


Nota: Felicidades MULHER MUITO BONITA. Tão igual à minha, como se fosses minha.

(..12/Jun/2008 18:35)

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Cartas no tempo devido: (xx 7)

A Prenda.

Troco-me todo porque gosto assim. É como a vida. A minha. Quase gosto da vida que tenho. Agora. Sim. Noto que mudo. Porque quero. Porque assim é muito “mais” melhor. Quando quis toda não gostava de mim. Agora há dias em que aceito que o tempo passe por mim e me leve para onde só tu sabes.
Mudaste-me tudo. Eu quis. Como uma criança que aceita um doce, qualquer. Não pergunto se vale a pena. Há muitas coisas assim. Tenho mais alguns anos diante de mim, quisera eu de ti, e depois, quero acabar de repente. Que seja a tua felicidade toda dentro de mim. Como os meus sonhos de agora no fim. O amor não é tudo. Para mim nem as princesas são quase tudo. Não insisto. Há muitas pessoas. Não posso ter medo. Nos dias seguintes há sempre muitas coisas para resolver. E eu que amo agora, mais que tudo a minha princesa, quero resolver as coisas que mudas para mim.
É muito bom saber que agora cresci e com um vinculo mais amadurecido. Há coisas que, de qualquer modo, não se pode falar. Pior, escrever. Mas como sou um delator de boca aberta, não posso deixar de escrever. Já julguei ser um homem. Agora acho-me um mero mortal desencontrado. Vivo, é já o bastante. Não vou a lado nenhum, mas isso já tu sabes. Sabes quase tudo do que escrevo e quase tudo do que nunca vali.
Obrigado pela prenda, onde outrora prometi fazer jus ao seu real valor. Não sou de desistir que essas coisas são só, dar demasiada importância a coisas que não tem. A vida é uma delas. Mas a prenda é para sempre. Não é a mesma coisa que cheirar flores ou a ver o mar. Cá para mim que tudo isto me toca fundo, é distracção. Deve ser. Durante algum tempo, distraído, contemplei-a, prometo merecer continuando a desejar que o muito que te quero, valha sempre a pena entre nós.
Sim meu amor, é esta vida que quero. Não te arrependas de nada. Por hoje já bebi o bastante à nossa muita felicidade.
Sou eterno responsável do que amo, do que sei, do valor da vida, e do valor da responsabilidade, da amizade.
Se um dia quiseres partir para junto de mim, lembra-te, isso isso.. a prenda. O resto tu já sabes, já estou por lá.. e te receberei sempre, com aquela vontade de viver para sempre.
Quase ainda nem estou em mim..
Obrigado.

.. de mim, beijo

(..6/Jun/2008 18:46)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Cartas no tempo devido: (xx 6)

(carta nº .. quas’inho no fim.)

GOSTO MUITO DE TI, MINHA MULHER MUITO QUERIDA.

Palavras para.. se tu tens medo de mim!..
É assim; eu quero é casar (não se lê em lado algum.. acasalar). Se não for contigo por não gostares nada de mim, então só tenho uma pequena solução, fugir memo muito.
Casar não é o meu forte – digo eu, mas casar é um compromisso inigualável que, só alguns (só eu) conseguem falar de boca aberta. Eu sou de compromissos fortes e duradouros. Quer dizer, só uma vez na vida e faz muitos anos, prometi que me unia para toda a vida. Mas o raio da mulher a quem o disse naquele tempo achou que era novo de mais para tal acasalamento. Por isso, e só por isso, deu-me com os pézes. Nessa altura fiquei tão só que, até chorei muito.. Verdadinha. Quase que não parava, tal era a dor que sentia pela minha promessa que findava. Não por “eu”, mas porque ela deixou de gostar muito de mim.
Mas não gosto de histórias “repetideiras”, e sou muito esquecido, sei lá porquê, esqueci-me de mim, até do tempo, assim..
.. Olha aqui! Não peço mais a tua limpa mão para mim. Vens ou não vens? Aceitas-me ou não? Deixa “mazé” de sonhar com príncipes.. Sou o melhor príncipe que existe em mim.
E como digo bastas vezes, quem me levar o “coiso”, tem que levar “tudinho”. Nada de levar as coisas mais interessantes.. Ou as coisas de uso diário. Era o que faltava.

Não peço mais nada.
Cada um dá o que acha de melhor dar. E para ti, dou-me todo.
O teu sim, ali, parece-me mais um NIM do que, aquele vocábulo que eu tanto anseio.
Se não escrevo melhor português, atreve-te a escrever por mim..

.. porque eu, só sei dizer.. GOSTO MUITO DE TI, MINHA MULHER MUITO QUERIDA.


.. de mim, beijo.



Nota: Voltarei se me chamares convincentemente, a modos de eu perceber, claro no claro.

(.. 2/Jun/2008 16:22)