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sábado, 25 de fevereiro de 2006

O que é que as mulheres querem dos homens?

1.1
Compra uma boa agenda ou liga o alarme no calendário do teu telemóvel.

1.2
Surpreende-a!

1.3
Não mintas, mas se tiveres que mentir, ao menos respeita a inteligência da mulher!
(extracto de um texto de uma amiga. “LI”)
“Existem dois tipos de homens. Os que mentem mal, e são a grande maioria, e os profissionais do engate, que fazem da mentira a sua forma de vida.”


O segundo grupo, acredito que Deus não dorme e um dia quando o viagra já não fizer efeito, vais dar contigo, sozinho num lugar qualquer como qualquer animal vadio.
A mentira é sentida como um ataque há inteligência de qualquer mulher. Na maioria dos casos, é o início do fingimento das mulheres há nossa ignorância. Início do iceberg. Quando uma mulher apanha uma mentira, nunca, mas nunca mais, acredita em nós homens, seja qual for a palavra, mesmo que toda a humanidade afirme o mesmo. O bicho-mulher convive há tantos anos com o bicho-homem, que desenvolveram uma forma de antenas hipersensíveis, e amigo, depois da primeira, elas duvidam sempre.
No primeiro momento, admite a tua mentira e pede-lhe desculpas.

1.4
Não tenhas vergonha de seres piegas, de chorar, de rir a despropósito, de pedir desculpas e de a beijar em sítios públicos.

1.5
Não acredites naquela história de que o tamanho não interessa… e cultiva-te!
Hoje em dia, com tanta informação acessível, era muito boa ideia nós homens deixarmos de pensar que elas não sabem o que querem.
Velas, incensos, até a suavidade da musica, luz, passeios ao luar, enfim, todas essas coisas que nós homens achamos que só nós é que sabemos que elas tem direito a todos esses preliminares, mais o que deve vir a seguir, porque se o tamanho afinal importa e muito para elas, não te esqueças, a imaginação é a arte suprema da sedução.

1.6
Dança em qualquer lugar.
Um dia (verão 2000) depois de sair de um restaurante, com a minha companhia, em que nos deliciamos com uma boa ementa, e o “maldito” Sol não nos refrescava… em plena rua ocorreu-me pegar nas suas mãos e dançar. Sei, só ela e eu sabíamos que não bebo, e quando bebo, só chego ao limite dos risos falantes.
Queria dançar, ali, e naquele momento.
Ela não aceitou.
Dancei sozinho. O mundo viu-me, e senti-me quase fantástico.
No quarto do hotel, justificou que eu estava a ter um comportamento de criança.

Dança sempre que queiras. Eu não tive sorte, mas a maioria das mulheres gosta de dançar.

2.0
O que deves evitar numa mulher.

2.1
Mulheres-cola.

As que te olharam num dia qualquer e a tua imagem não era justa e deixaram-te, pensando que tu eras mais um outro qualquer homem. As que olham para onde estás mais fraco. As que nem se atrevem a dizer-te, que és um homem simpático. As que não te olham nos olhos. As que olham para todos os lugares e tu sentes-te perdido no lugar que ocupas. As que não te fazem sentir uma boa companhia num lugar e momento qualquer. As que acham, que são donas do teu telemóvel. As que não te deixam respirar. As que se atrevem a achar que somos únicos, em dois ou três dias! As que não te conhecem e tanto te dizem que és o maior, como te dizem que não prestas!


Nota: Ainda não acabei este tema. Finalizarei.

(.. 25Fev'06)

Amiga certa (Ponto final).

Tenho razões de sobra para dizer que amigos e amigas só existem se no horizonte existir alguma existência provável de uma boa vida ou de um qualquer momento bom e porque não muito provavelmente uma boa queca.

Depois de ter passado um mau período que não interessa nada as minudências da causa em que errei, e porque errei, sei e isso é o que me interessa, existe uma só e única amiga que sem lhe chamar, sem lhe chorar, sem me ver… procurou-me, deu-me… e abraçou-me… como se eu lhe tivesse dado em qualquer momento, noutra vida qualquer, algo de fantástico que me achasse que agora era o momento para pagar a sua dívida.

Nada mais errado pensar (só realmente quem não me conhece) que seja quem for, tenha algo para me pagar (de momento nem os meus seis filhos têm alguma divida para comigo).
Aprendi de momento e na altura certa, que tenho uma vida para retribuir, em partilhas, o que me foi dado como um abraço desprendido e de coração.

Bem-haja em 1001s amigas/os, ter encontrado uma amiga que me mostrou, que nem só de bons tempos eu vivi e sorri.

Hoje quando estive mal, ela, foi a única que me abriu o coração e os seus braços para me aceitar, mesmo esfarrapado de positividade. Conseguiu fazer com que o meu sorriso voltasse a acreditar que o céu é azul e a amizade é boa.

A ela, todo o meu apreço, respeito, sem promessas, sem sonhos materiais, quero e desejo o melhor para a sua vida.

Para ela, toda a fidelidade será semeada, neste e noutro mundo qualquer.

(.. 25Fev'06)

A idade da razão!

É o momento quando perdemos de vez a esperança no sexo oposto para encontrar algo no horizonte que não seja só sexo.

'Preciso de ajuda' (.. 25Fev'06)

domingo, 5 de fevereiro de 2006

Distância.

Sei do que necessito. Sei o que quero. Apesar de ter tantas coisas baralhadas na minha vida, sinto-me bem a baralha-la mais e mais, como só conseguisse viver, da adrenalina das emoções descontentes.
Complico muito. Sei-o mais que muitas gentes que não me entendem ou não me querem entender. Complico o que parece fácil. A facilidade é um tormento para mim. Não acredito em coisas fáceis. Não estou habituado a receber nada sem nada fazer para o merecer.
Troco o fácil pelo complicado, talvez por achar que para receber algo, o facto de complicar, mereça então receber algo.
Estranho que sou, pois.
Troco tudo por uma luta mesmo desigual, para sentir o coração morrer por alguém.
O que antes me parecia uma boa luta – a distância – hoje sinto-a, irremediavelmente, perdida.
Quer queira, ou não, hoje a distância mata-me.
Geralmente quando estou nos braços da distância, acontece num dia premeditado para afins diversos. As carências não são fortes porque, vamos premeditados para a distância. Estamos a caminho e daqui a um nada, estamos lá. Tenho mais dias que careço de bons abraços e não tenho a distância junto de mim.
É mordaz o facto na hora da partida, a carência ferir de novo, como uma lâmina no nosso mais íntimo lugar de sentimentos.
Quando se está presente o sonho mostra-nos o Sol. As partidas são adversas aos sentimentos.
Tempos existiram em que a distância me via, semana a semana. Outros, mais desumanos, abraçamo-nos, duas vezes por mês. A morte sente-se, quando o tempo nos obriga a abraçar-nos, mês a mês.
A motivação do amor existe mas, a dor prevalece, ao sentir a fragilidade da partida certa.
Enfrentar a razão, é difícil. Verdade é que não sou feito de carne para encontros desavindos de erros e sonhos feridos. Sou ainda do tempo que se luta pela razão do amor certo, sem mentira e o engano, do amor para toda a vida.
Vivo de partilhas consistentes. Atrevo-me a historiar que nunca fui de “amares” e sonhos de outras gentes. A cobiça nunca me fez viver. A ambição, só me provoca motivação de lutar pelo que me pertence e os sonhos partilhados e nunca divididos.
Tenho dificuldades no dividir e contabilidades do quem dá o que ou mais!
Amo a distância, mas pergunto se faz sentido esse amor se tudo o que quero na vida é a partilha e desprezar a divisão?
Os piores amantes, partilham só os corpos nos dias bons de cada um.
O bom amante não consome só o prazer, adiciona os abraços nos maus dias, nas dificuldades e para advir maior dignidade – honra – presta-se como esposo, para acordar os seus compromissos perante todos, esse, quer vinte e quatro horas de vida, para toda a vida. Naquele dia em que tudo parece mau, que só nos apetece refugiar nos silêncios, ele ali está, para dar mais um bom abraço.
O mau amante ama a fragilidade.
O Sol, faz os amantes sorrirem mas, não se encontram se um deles estiver em choro.
As distâncias não são boas, mas é na distância que se encontram os melhores sonhos.

'Preciso de ajuda' (.. 05Fev'06)

Amigo, penso em ti. (2)

Os amigos, alguns, dizem-me que devo esquecer as coisas ruins. Também me dizem para esquecer, quem nos fez algum mal. Ainda dizem, para esquecer o amor que em certa altura da nossa vida (como eu digo tantas vezes), nos deu com os pés.
Não quero falar de amores que foram, não me apetece.
Deixem-me responder ao caso do amigo que me deixou.
Ele era a minha estrutura emocional, companheiro dos bons e dos muitos maus momentos. Ele estava em todas as ocasiões que o meu coração decidia estar na merda.
Ele era o meu melhor amigo e sinto terrivelmente a falta dele.
Também sei que não voltarei a vê-lo nunca mais. Esforço-me tanto para perceber o que isso significa, o porque me deixou, que às vezes desejo nunca mais acor
dar.
A última coisa que preciso é que me digam o que sentir ou como sentir.
Raiva? Sim.
Culpa? Não sei.
Mas não preciso que analisem os meus comportamentos para mo dizerem. Estou farto de ouvir, faz isto, faz aquilo. Cansado de análises e de palavras futuras que para mim são ocas e a maioria não tem sentido nenhum.
Se estou com raiva, continuarei a ter as minhas raivas. Se estou aborrecido, continuarei a estar aborrecido.
Absolutamente sereno para não desejar mal algum a quem quer que seja. Mas, deixem de fazer juízos de valores se nada sabem, se nada conhecem de mim. Pior são os juízos de quem não me conhece, nunca viu, nunca me tocou ou nunca me olhou. Existem os que me viram um pouco, num dia qualquer que atrevem a maiores juízos de erros do que outros, que habitam todos os dias no meu dia a dia.
O meu amigo não morreu junto de mim nos tantos dias que lhe ofereci, como companhia em oito meses. Não! Ele deixou-se ir no dia do meu descanso, e num qualquer dia que eu me obrigava a dizer que não à ida ao hospital, para obrigar outros (família) a estar com ele.
Faleceu quando não estava com ele e nesse dia voltei para junto do seu cadáver.
Não sei como foi que ele foi. Como teve a coragem de me deixar no dia do meu descanso. Cobarde? Nunca senti isso. Ainda acho, que não queria fazer-me doer, e não me queria olhar-me, para não me ver triste como eu sempre estava antes da sua doença aparecer.
Eu sei que ele lutou muito contra a sua dor. Eu, e só eu sei, ele também soube, o que nós sentimos naqueles tantos dias e tão longos.
Deixar-me num dia em que não estava presente, foi muito mau.
Acho que se aproveitou da minha ausência, com dor de mim.
Ainda vamos ao Brasil em Dezembro, dizia eu tantas vezes a ele quando, estava mais lá, do que cá. Seus olhos húmidos, diziam sempre que sim. O sorriso desaparecera à muito dos seus lábios. Olhava-o, e sentia sempre o seu sorriso, nos seus olhos húmidos dentro.
No momento da sua morte em que, talvez, se sinta tudo a ir, que imagem, que pensar, ele viu?
Imagem dos tempos que sorriamos de peitos abertos? Imagens da contagem dos amigos de outrora que nunca apareceram? Imagem… Ele não está! Vou agora mas... Quem vai cuidar de ti, Jorge? Cuida-te, eu já não aguento estar aqui mais tempo. Ou a imagem dum mundo caótico?
Não o saber, persegue-me.

'Preciso de ajuda' (.. 05Fev'06)

sábado, 4 de fevereiro de 2006

Amigo, penso em ti.

Naquele dia pensei no meu amigo a contar os dias e no que significava para ele o tempo. Hoje sei, que só eu e ele falávamos de morte.
Eu não lhe era familiar, fui simplesmente honrado com a amizade que ele me ofereceu enquanto pode.
Desde o tempo que viveu a luta pela sua vida, uma coisa eu aprendi: Eu vivia no tempo e não era o tempo que me escravizava.
Deixei de correr desde esse tempo. Não trabalhei mais do que a normalidade, trabalhei o justo que me compensavam no final de cada mês. Deixei de olhar as horas. Contrario o mais que posso os dias que me chegam. Sou fazedor de coisas simples mas agora com melhor velocidade. Vejo o nascer e o pôr-do-sol sempre que me quero cuidar. Sem prazos diários a cumprir, tenho muito tempo livre, todo o tempo do mundo e mais algum tempo que roubei no tempo. Resolvi olhar os meus silêncios e olhar os meus pensares sobre a morte.
Trabalho e mais trabalho… Dinheiro e mais dinheiro… Ambição e ambições.
Enterramo-nos nestas coisas, mas nunca paramos para perguntar:
“É mesmo isto que eu quero?”
A menos que alguém nos ensine, todos precisamos de professores.

Lembro-me de oito meses de solidão e de enorme dor, eu e ele.
O meu amigo sempre foi mais estável do que eu. Eu sempre fui um irreverente, nato. Ele, tinha esposa, dois filhos fantásticos e um neto, super. Se pensar mais, ele tinha tudo o que eu nunca tive.
Encantava-me a nossa relação, também com todos os seus familiares. Houve momentos (quase todos) em que eu sentia-me um irmão mais novo, reconhecia-o na sua família e partilhámos todos, grandes bons momentos.
A doença veio predizer a sua morte prematura e eu desci há terra.
Oito meses de consultas, exames e tratamentos, para esconder, melhor, esconderem e atrasar o destino já prescrito.
Sabíamos, falávamos, a morte estava ali e poucos meses restavam.
Três meses antes, falávamos da morte um com o outro. A dor, para os dois, era inevitável.
É uma doença que luta com armas desiguais. Lembro-me do início da queda do cabelo dele, tinha vergonha de sair há rua. Num ápice fui, há rua e rapei o meu já longo cabelo. Surpreso e com os olhos húmidos, saiu há rua para bebermos o nosso café habitual.
Nunca mais foi o mesmo. A partir desse dia, passou a olhar todas as pessoas de maneira desigual e nunca em qualquer outro dia as definia do mesmo modo.
Sentia uma enorme raiva, a vida não estava a ser justa. Em muitas gentes que outrora sorria, via maus encantos, sofria, sorria e ninguém parava para o compreender. O cabelo que outrora mostrava com grande orgulho, hoje era um sinal "de marca" que estava realmente doente aos olhos do mundo. Não podia esconder. Os amigos sabiam, os conhecidos duvidavam, agora mesmo os desconhecidos, todos sabiam, sem autorização, sem agravo, sem pedir coisa alguma. A privacidade e a sua dor foram dadas de bandeja.
Eu estive em todos os momentos que ele viveu nos últimos oito meses desde que a morte se instalou, e apesar de uma numerosa família, eu vivi, nós vivemos (eu e ele), os piores dias sozinhos em salas de cheiros de morte, consultas retardadas, tratamentos dolorosos.
A família, apareceu com mais assiduidade nos últimos vinte e cinco dias da sua vida, já quando pela sua debilitação, teve que ser internado até aos seus últimos dias.
Só eu e ele falávamos da morte e o que seria.
A morte levou-o. Hoje sinto que parte dos meus sonhos, talvez a minha estrutura emocional morreu com ele.
Não sou o mesmo. Deixei de acreditar e ainda hoje nada me leva a pensar que o dia de amanha, seja melhor do que o dia de hoje.
O meu melhor amigo morreu.
Faz tempo, não assim tanto, mas sei que me modificou para sempre a minha relação com a maioria das pessoas. Vivo com raivas da postura de gentes que em qualquer altura deixam de ser a mascara de sorrisos para se encontrarem na mascara do completo desprendimento.
(O meu amigo trabalhava na mesma empresa onde trabalho. Logo vivo coisas, que não mereço viver)
Parte de mim não existe e o que sinto que vive, vive de desonestidade, só assim sei que consigo viver mais alguns dias.
Os meus sorrisos são dispersos nas mascaras do meu dia a dia. Se me esquecer que existo, ninguém pode dizer, os que me olham, que eu não sou quem sou, porque eu sou um homem que morre de saudades de ter ficado neste mundo sem o meu amigo. Sou uma mascara triste, porque tenho muita falta dele.
Hoje no tempo, sinto que a morte me modificou para pior. Os dias são o que eu quero que sejam, logo não quero acreditar nem pensar no amanha. As vontades não me motivam, deviam ser conseguidas pelo sonho do sentir-me melhor, sabendo que aquele está melhor do que eu, e assim, ninguém existe com vontade de me provar que os dias de amanhã serão melhores.

Amigo, penso em ti. Dei-te há terra, e quem me dará a mim?
(MS, faleceu em: Abril de 2003).

'Preciso de ajuda' (.. 04Fev'06)

Quando se sabe viver, sabe-se morrer.

Duas palavras que penso o quão difíceis são de coabitarem nas gentes que ignoram coisas simples.

Silêncio e morte.

Porque é que o silêncio deixa as gentes constrangidas?
Porque é que as gentes só se sentem confortáveis enchendo o ar de palavras?
Porque é que nós temos que falar todos os dias, se nem os afectos simples nos são oferecidos?
Porque dizer: Olá! Estás bem? Eu estou! E tu que tens feito? Blá blá blá…

E a morte?
É outro assunto que deixa as gentes constrangidas.
A morte é apenas uma coisa que nos deixa tristes. Levar uma vida infeliz, isso é outro assunto.
Muitas vezes pergunto aos botões de outras gentes:
És feliz? (Não.)
Dás alguma coisa à comunidade? (Sim.)
Estás em paz contigo próprio? (Não.)
Que é feito do teu sonho? Não tinhas um sonho quando jovem?
(Eu queria ser músico, nunca fui. Toco meia dúzia de instrumentos, mas não consigo tocar um só tão bem, como no meu sonho. Achei que cresci e as outras gentes me chamassem outros nomes, por ser só músico.)
Casaste, Tens filhos? (Sim. Sim.)
Não encontras ninguém com quem partilhar o coração? (Não consigo.)
(Sim, ouço alguém.)
Não o suficiente para casares? (Talvez! Um dia quando estiver preparado.)
Gostava de perguntar a esse outro, com quem te preparas, se partilha essa coisa da preparação, contigo?

A morte.
Onde ela inicia não conhece nada. Ela instala-se e come-nos, não devagar mas intensamente. Acabará por atacar o corpo todo, mas o que mais temo é que um dia não muito distante, alguém tenha de me limpar o rabo. Irraa!!!
Por ora tenho sorte, ainda vou a tempo de me despedir de quem gosto.
Também, tenho tempo para ensinar as gentes a pensarem que o último dia é certo para todos mas, o viver bem é só para alguns e estes, podem falar de morte e aceitarem os silêncios.
Quando se sabe viver, sabe-se morrer.

Reflexão:
“Aprendemos tanto com aquilo que nos faz sofrer, como com aquilo que nos ama.”

'Preciso de ajuda' (.. 04Fev'06)

Tudo gira em volta do sexo?

Alguém me perguntou, se achava que tudo gira em torno do sexo?
Não - disse eu.
Há a ganância, a gulodice, a indolência, a ira, a vaidade, a inveja.
Há a Honestidade, o trabalho esforçado, a preocupação com os outros, o fazer bem ao próximo.

'Preciso de ajuda' (.. 04Fev'06)

Desejar não funciona.

Durante parte das nossas vidas passamos o tempo a sonhar com o desejo.
Ser o mais bonito, mais rico, ter sucesso, talento, entre outras tantas coisas. Pensava que era óptimo se alguém com uma varinha mágica fizesse com que acontecesse.
Percebo que não funciona assim, como por magia. Começo a pensar melhor. Acredito que não é assim tão importante até onde vamos na vida, o que realmente importa é como lá chegamos.
Penso: Toda esta história que nos enchem a cabeça do bem e do mal… Tudo depende de nós. Não necessitamos de procurar o céu e o inferno. É aqui nesta superfície que tudo existe… Na terra. Nós, só temos que escolher, melhor ainda, enquanto cá andarmos, o melhor é escolher alguém que viva as boas partilhas, junto de nós.

'Preciso de ajuda' (.. 04Fev'06)

Será que procuro alguém?

Conheço muitas mulheres atraentes que se interessam por mim e apesar de algumas serem bonitas, inteligentes e até bem sucedidas, dou por mim a virar as costas e seguir outros caminhos, quiçá encontrá-la noutro horizonte.
Não sei quem ela é, nem onde encontrá-la, sei apenas que é uma mulher sensível.
É uma mulher que se interessa pelas suas e minhas emoções e olha-me dentro. Não a perturbando, as minhas mascaras de infância que hoje utilizo. É uma mulher que não receia partilhar os seus receios, desilusões e lágrimas, comigo.
Será que procuro alguém ou gosto de sentir que olho alguém num qualquer lugar?

'Preciso de ajuda' (.. 04Fev'06)