Abano a cabeça no horizonte e medito.
Sinto a pergunta vulgar redopiando meu pensamento.
Como és tu?
Respondo sempre com uma certeza absoluta:
- Depende de quem olha para mim.
Quero conhecer-te.
Replico:
- Já o está a fazer.
Continuando, me dou a pensar em coisas banais.
Coisas tristes, coisas sem estrutura firme no sentido normal dos homens. Bem! Eu também não me acho normal. Tenho amigas que me dizem que eu sou um caso difícil de entender.
Mas raio. Quero dizer o que penso…
Mas raio. Quero dizer o que penso…
Ver, nem sempre é acreditar.
Existem coisas que vimos ou sentimos, que a racionalidade não pode explicar.
Puxa, consegui dizer. Melhor, escrever. Melhor ainda, publicar.
Mas continuo a pensar. Revejo as minhas amizades… Não consigo decifrar a minha consciência. Tenho um sentido desenfreado de partir. Quero dizer mais. Tenho vontade de deixar algo… Mas reconheço que não é tarefa fácil, nem dos poetas nem dos escritores, de recriar as mentalidades da força nas mulheres.
Mas direi ainda, sinto que hoje tenho alguma força para dizer algo mais, principalmente às amigas e são tantas que me olham com outros olhos… Olhos que não os tenho, mas elas acham que sim, eu sou algo que as faz pensar em felicidade.
Mas continuo a pensar. Revejo as minhas amizades… Não consigo decifrar a minha consciência. Tenho um sentido desenfreado de partir. Quero dizer mais. Tenho vontade de deixar algo… Mas reconheço que não é tarefa fácil, nem dos poetas nem dos escritores, de recriar as mentalidades da força nas mulheres.
Mas direi ainda, sinto que hoje tenho alguma força para dizer algo mais, principalmente às amigas e são tantas que me olham com outros olhos… Olhos que não os tenho, mas elas acham que sim, eu sou algo que as faz pensar em felicidade.
Mas eu não sou feliz.
Direi? Conseguirei? Continuo?
Penso numa delas e tenho a vontade de gritar.
Depois de dizer o que sonho, será que a perderei como amiga? Não, digo eu. Se é amiga não quer que eu me perca. Então… Será mesmo que estou hoje em mim?
Mas… apetece-me dize-lo.
"Ama o teu homem como uma criança… Um dia ele vai crescer."
Buáaa, consegui. Está escrito está escrito. Não apagarei o que tanto me custou a pensar e a escrever.
Existem prazeres, que se não os partilharmos não tem sabor.
Para acabar este momento e acho que estou hiperemotivo… ahahahah Será? Eu acho que estou naquele tempo em que se sente que o amor está no ar mas não é absoluto nem nosso, simplesmente ele está lá, mas não dentro do nosso coração. Sabemos que ele existe. Sabemos que ele acontece, mas… é o tempo que nos deixa e não o amor.
Direi ainda nesta fase a elas:
Nunca digas à tua amiga que eu te sussurro. Alguém um dia vai saber que afinal eu também sei amar.
Ainda não consegui entender que fascínio tenho na minha montra de homem! Que tenho facilidade em fazer amigos, isso reconheço, o porquê ainda não aprendi. Pior ainda é que gostarem de mim não é o mesmo que eu gostar de alguém.
Como eu necessito de entender a diferença do gostar e de amar. Neste momento estou a ficar naquele estado, como dizemos “em parafuso”.
Eu que gosto de tantas mulheres. Eu que em cada uma me revejo num mar de felicidade, sonhos futuros e no presente acredito numa mão cheia de nada!
Em cada uma que olho e não vejo, quero de coração ama-la.
Existem prazeres, que se não os partilharmos não tem sabor.
Para acabar este momento e acho que estou hiperemotivo… ahahahah Será? Eu acho que estou naquele tempo em que se sente que o amor está no ar mas não é absoluto nem nosso, simplesmente ele está lá, mas não dentro do nosso coração. Sabemos que ele existe. Sabemos que ele acontece, mas… é o tempo que nos deixa e não o amor.
Direi ainda nesta fase a elas:
Nunca digas à tua amiga que eu te sussurro. Alguém um dia vai saber que afinal eu também sei amar.
Ainda não consegui entender que fascínio tenho na minha montra de homem! Que tenho facilidade em fazer amigos, isso reconheço, o porquê ainda não aprendi. Pior ainda é que gostarem de mim não é o mesmo que eu gostar de alguém.
Como eu necessito de entender a diferença do gostar e de amar. Neste momento estou a ficar naquele estado, como dizemos “em parafuso”.
Eu que gosto de tantas mulheres. Eu que em cada uma me revejo num mar de felicidade, sonhos futuros e no presente acredito numa mão cheia de nada!
Em cada uma que olho e não vejo, quero de coração ama-la.
(para mim, como um dia escreverei. ver é normal, Deus nos dá isso no dia em que abrimos os olhos naquele dia...
Olhar, tem mais de interior é mais demorado e por vezes... é um breve instante.)
Mas sei e acredito que só uma e simples mulher entra no meu coração.
Mórmon? Ahhh… Era uma solução pacífica, claro para mim e onde estavam elas?
Não… tenho que continuar a busca de alguém que me faça entender que mesmo menino, vai querer esperar que eu cresça.
O sonho, era estar junto dela e esse amor reconhecer, que um dia eu também vou ser um homem.
(.. 18Set'04)
Mórmon? Ahhh… Era uma solução pacífica, claro para mim e onde estavam elas?
Não… tenho que continuar a busca de alguém que me faça entender que mesmo menino, vai querer esperar que eu cresça.
O sonho, era estar junto dela e esse amor reconhecer, que um dia eu também vou ser um homem.
(.. 18Set'04)

1 comentário:
Abre os olhos!
Bem devagar...
Quem vez?
Eu!
Esperando que deites a cabeça no meu colo de mulher madura, para te acariciar os cabelos rebeldes, te morder as orelhas, te beijar os olhos... enfim te dar todo o amor que tenho por ti guardado á tanto tempo(??!!)
Ama-me, ainda te espero!
És o menino que quero ver crescer ao meu lado, com todo o amor e com toda a ternura do mundo real!
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