Apetecidos, pequenos, e ainda exíguos em sentires.
Quando acordei, faz muitos anos, fui incumbido de concretizar algumas coisas boas que faltavam na terra. Realizei-as. Fiz sempre o meu melhor, apesar das dificuldades no tempo. Depois, mandaram-me embora. E eu fui. Nunca atrapalho ninguém.
Adormeci no início com dificuldades próprias de quem tem muitas dores. Depois o tempo, fez com que dormisse bem todas as noites. Vivi com o amor de longe - aquele lá mesmo no cimo de um país muito pequeno. E o tempo cresceu. Eles também.
Perguntam por mim! Lembram-se dos abraços. Dos beijos. Dos carinhos. Das dores de bebé. Querem-me muito - dizem. Dói-lhes. É a dor. Doeu-me - já não dói! Esqueci a dor! Não sei do que falam. Não sei quem procuram! Tão pouco porque gritam muito!
A vida tem coisas onde não vale a pena perguntar as razões.
Agora estou em paz! Comigo. Com os outros também.
Melhor hoje do que ontem.
Prefiro ser feliz a ter qualquer razão.
Voltarei?..
(.. 13Mai’08)
terça-feira, 13 de maio de 2008
Aos meus filhos.
Escrevinhada por:
SepolOm
às
16:35
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário