Alguns defeitos contra-natura que temo que tenham nascido em mim para ficar são; teimosia, irreverência e impulsividade pouco razoável, conotam-me, e eu acho que sim. Deformo-me para não ficar sem elas, protegendo-me. Deve ser isso, pelo menos assim diz o doutor que às vezes me acode, os gritos, e diz; são razões positivas.
Temo que as minhas razões sejam mais razoáveis e naturais que as razões de outros. Só por si e por serem naturais, deviam ser avaliadas positivamente. Devo ter a mania, só pode, ou continuo a pensar que as minhas razões para os outros são tão evasivas e ou abstracta que ninguém as aceita, pelo menos é o que penso até hoje. Deve ser por isso que na gíria social, sou apelidado de teimoso.
Cá para mim, nunca compreendi porque, por mais coisas anormais que façamos ou que nos desviemos dos comportamentos sociais – vulgo normal, há sempre alguém que gosta de nós com todos os defeitos que nos acusam, essa é que é essa.
Penso, mal ou bem que, as razões dos outros têm muito mais a ver com vénias e ou cedências que se aprende na vida – obrigação, bonito, educação etc e tal, do que cada um é capaz de perspectivar com as suas atitudes, mostrando a sua vontade, a sua verdade, o seu valor na real. Às vezes, porque sou teimoso, vou mais longe; dão para que eu dê, fazem para que eu faça etc e tal.
Viver a vida como a maioria vive, é para mim, não sermos nós a viver o que somos, o que pensamos, o que queremos. É sermos escravos da “normalidade social”. Claro que existem mínimos, regras sociais, mas mesmo essas, condicionam as nossas vontades e com isso, revelamos aqui e ali, mal-estar ou desconforto. Diria que um mau dia é aceite por todos como uma breve depressão, cansaço, o que é normal, dizem, mas para mim é sinónimo de não estarmos a viver a vida que achamos que somos merecedores, que aceitamos dentro de nós, aquela vida que nos apetece tanto gritar, essa, é a nossa vida. E geralmente porque passamos a viver a vida de outro – o outro gosta e quer assim, temos muitos dias, “maus acordares”.
Qualquer desencaminhar num sentido menos social, é apontado como doido (e tantos outros nomes). Se repetir muitas vezes os desvios que lhe são naturais, é chamado de irreverente. E irresponsável se fizer vida contra-social.
Tenho cá para mim que a irreverência é sinónimo de vontade de viver uma vida muito própria que lhe está no sangue, aceitem ou não, existe vontade para fazer o que lhe é natura, independentemente se os outros acham bem ou mal. Na verdade todos nós vivemos uma vida amordaçada por vários motivos. Às vezes só precisamos de acertar no companheiro que nos incentive a sermos nós próprios, e não, que nos obriguem a viver uma vida acomodada em estimas de educação. As escolhas de amizade são feitas nas coragens dos valores de cada um.
Há limites para tudo – sabemos, mas os limites estão nos outros e nunca no que se sente amordaçado.
Será que queremos o mal de alguém quando não damos o bom-dia?
O que se aprende, “obriga-nos” a cumprimentar, mas por “n” razões às vezes não o fazemos. Porque carga de água conotamos com falta de educação ou que deve estar zangado connosco?
Agarrei este exemplo, como tantos outros existem. Qualquer pessoa num dia qualquer da sua vida, apetece-lhe gritar, e isso é o sentir-se encurralado nos excessos de elos sociais. Se adicionarmos irreverência com impulsividade nas acções, é-se conotado com “ainda menino(a)”, imaturo(a), etc e tal - ÔDASE.
Vem este pensamento a propósito de me ter lembrado de há uns anos quando saía de um restaurante, acompanhado, apeteceu-me dançar ali na rua ao som de uma música que enchia o ar quente onde me encontrava. Já aqui tinha escrito, faz algum tempo também, fui imediatamente observado que tinha idade para me comportar como um homem.
Só queria dançar.
Indignado, amuei como uma criança.
(.. 8Dez’08)
Temo que as minhas razões sejam mais razoáveis e naturais que as razões de outros. Só por si e por serem naturais, deviam ser avaliadas positivamente. Devo ter a mania, só pode, ou continuo a pensar que as minhas razões para os outros são tão evasivas e ou abstracta que ninguém as aceita, pelo menos é o que penso até hoje. Deve ser por isso que na gíria social, sou apelidado de teimoso.
Cá para mim, nunca compreendi porque, por mais coisas anormais que façamos ou que nos desviemos dos comportamentos sociais – vulgo normal, há sempre alguém que gosta de nós com todos os defeitos que nos acusam, essa é que é essa.
Penso, mal ou bem que, as razões dos outros têm muito mais a ver com vénias e ou cedências que se aprende na vida – obrigação, bonito, educação etc e tal, do que cada um é capaz de perspectivar com as suas atitudes, mostrando a sua vontade, a sua verdade, o seu valor na real. Às vezes, porque sou teimoso, vou mais longe; dão para que eu dê, fazem para que eu faça etc e tal.
Viver a vida como a maioria vive, é para mim, não sermos nós a viver o que somos, o que pensamos, o que queremos. É sermos escravos da “normalidade social”. Claro que existem mínimos, regras sociais, mas mesmo essas, condicionam as nossas vontades e com isso, revelamos aqui e ali, mal-estar ou desconforto. Diria que um mau dia é aceite por todos como uma breve depressão, cansaço, o que é normal, dizem, mas para mim é sinónimo de não estarmos a viver a vida que achamos que somos merecedores, que aceitamos dentro de nós, aquela vida que nos apetece tanto gritar, essa, é a nossa vida. E geralmente porque passamos a viver a vida de outro – o outro gosta e quer assim, temos muitos dias, “maus acordares”.
Qualquer desencaminhar num sentido menos social, é apontado como doido (e tantos outros nomes). Se repetir muitas vezes os desvios que lhe são naturais, é chamado de irreverente. E irresponsável se fizer vida contra-social.
Tenho cá para mim que a irreverência é sinónimo de vontade de viver uma vida muito própria que lhe está no sangue, aceitem ou não, existe vontade para fazer o que lhe é natura, independentemente se os outros acham bem ou mal. Na verdade todos nós vivemos uma vida amordaçada por vários motivos. Às vezes só precisamos de acertar no companheiro que nos incentive a sermos nós próprios, e não, que nos obriguem a viver uma vida acomodada em estimas de educação. As escolhas de amizade são feitas nas coragens dos valores de cada um.
Há limites para tudo – sabemos, mas os limites estão nos outros e nunca no que se sente amordaçado.
Será que queremos o mal de alguém quando não damos o bom-dia?
O que se aprende, “obriga-nos” a cumprimentar, mas por “n” razões às vezes não o fazemos. Porque carga de água conotamos com falta de educação ou que deve estar zangado connosco?
Agarrei este exemplo, como tantos outros existem. Qualquer pessoa num dia qualquer da sua vida, apetece-lhe gritar, e isso é o sentir-se encurralado nos excessos de elos sociais. Se adicionarmos irreverência com impulsividade nas acções, é-se conotado com “ainda menino(a)”, imaturo(a), etc e tal - ÔDASE.
Vem este pensamento a propósito de me ter lembrado de há uns anos quando saía de um restaurante, acompanhado, apeteceu-me dançar ali na rua ao som de uma música que enchia o ar quente onde me encontrava. Já aqui tinha escrito, faz algum tempo também, fui imediatamente observado que tinha idade para me comportar como um homem.
Só queria dançar.
Indignado, amuei como uma criança.
(.. 8Dez’08)

1 comentário:
issooo e muito maiisss ehehehehe, mas um queridooo. Não deixes de ser o que és. BJO e Boas Festas :)
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