“Nenhuma pessoa merece as tuas lágrimas e quem as merece não te faz chorar.”
Seis anos (ou foram oito?), foi o tempo que andei de lá para cá, ou de um lado para o outro, para me encontrar, mesmo que fosse num local qualquer, como nos meus sonhos os que sempre tive - na margem de um rio, uma casa, crianças, animais, e um Céu num Sol ameno, abraçar uma nova família.
Incluo-me sempre neste sonho e sonhava-o muitas vezes. Nunca sei é quem é a parideira, devido ao meu mau génio, por desperdiçar tudo o que me era oferecido pelo acaso do destino que os poetas escrevem.
Agora, por ti, o mundo ganha forma. Cada vez mais e cada vez melhor. A tua beleza é a comparência divina que me seduz nos minutos do tempo que eu respiro. Devagar aceito. Entrego-me. Não como outrora quando o tempo era tempo de entrega total sentida ou não e alguns enganos. A idade tem destas coisas, entregamo-nos abertos, em razão da frente que olhamos e nos abraça. Tempo de paz, necessidades e de buscas.
És e serás sempre o melhor que o destino me recolheu. Enfeitiças-me. Fazes-me continuar a viver. Cresço todos os dias. Agora melhor do que outrora. Aliás, melhor não existe em mim. Tudo é vida por me quereres na tua medida e no teu sentir. Aceito tudo, porque sou assim. Porque sou assado. Estou feliz por ti, por mim já é outra coisa, porque continuo a ser o mesmo homem, entrego a verdade e falo de boca aberta. Sei que sabes, mas não quero que te falte nada de mim para ti.
A tua beleza reflecte-se na beleza de todas as coisas para surgir ainda mais poderosa, mais intensa. Faz doer e tu sabes, porque te digo sempre estas coisas. Pretendo ser mais do que nós e não sinto medo agora. Não me recuso a qualquer excesso da nossa vida. Quebrar limites e rirmo-nos são os nossos segundos.
Por isto tudo chegou o tempo de nos refugiarmos em sonhos reais, de nos perdermos um no outro, de não voltarmos a passados, abraçarmo-nos num derradeiro abraço até ao final.
Já não tenho feridas no peito para as olhar. As dores partem. Sei que foste tu minha querida amiga companheira e mulher, a obreira do meu novo iniciar.
(..05Jun’09)
Seis anos (ou foram oito?), foi o tempo que andei de lá para cá, ou de um lado para o outro, para me encontrar, mesmo que fosse num local qualquer, como nos meus sonhos os que sempre tive - na margem de um rio, uma casa, crianças, animais, e um Céu num Sol ameno, abraçar uma nova família.
Incluo-me sempre neste sonho e sonhava-o muitas vezes. Nunca sei é quem é a parideira, devido ao meu mau génio, por desperdiçar tudo o que me era oferecido pelo acaso do destino que os poetas escrevem.
Agora, por ti, o mundo ganha forma. Cada vez mais e cada vez melhor. A tua beleza é a comparência divina que me seduz nos minutos do tempo que eu respiro. Devagar aceito. Entrego-me. Não como outrora quando o tempo era tempo de entrega total sentida ou não e alguns enganos. A idade tem destas coisas, entregamo-nos abertos, em razão da frente que olhamos e nos abraça. Tempo de paz, necessidades e de buscas.
És e serás sempre o melhor que o destino me recolheu. Enfeitiças-me. Fazes-me continuar a viver. Cresço todos os dias. Agora melhor do que outrora. Aliás, melhor não existe em mim. Tudo é vida por me quereres na tua medida e no teu sentir. Aceito tudo, porque sou assim. Porque sou assado. Estou feliz por ti, por mim já é outra coisa, porque continuo a ser o mesmo homem, entrego a verdade e falo de boca aberta. Sei que sabes, mas não quero que te falte nada de mim para ti.
A tua beleza reflecte-se na beleza de todas as coisas para surgir ainda mais poderosa, mais intensa. Faz doer e tu sabes, porque te digo sempre estas coisas. Pretendo ser mais do que nós e não sinto medo agora. Não me recuso a qualquer excesso da nossa vida. Quebrar limites e rirmo-nos são os nossos segundos.
Por isto tudo chegou o tempo de nos refugiarmos em sonhos reais, de nos perdermos um no outro, de não voltarmos a passados, abraçarmo-nos num derradeiro abraço até ao final.
Já não tenho feridas no peito para as olhar. As dores partem. Sei que foste tu minha querida amiga companheira e mulher, a obreira do meu novo iniciar.
(..05Jun’09)
