
"Viver não é esperar que a tempestade passe. É aprender como dançar na chuva."
"O destino une e separa as pessoas, mas nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas que por alguma razão, um dia nos fizeram sorrir."
"O destino une e separa as pessoas, mas nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas que por alguma razão, um dia nos fizeram sorrir."
Sinto uma estranha mistura de anseios e alguma esperança. Penso, sonho e devaneio o olhar em recordações boas de outros tempos e deste tempo também.
Dou comigo a repensar, se uma recordação será algo que se tem ou se perdeu! Sinto desde há muito uma enorme paz interior, é verdade, mas por isso uma grande confusão, na realidade em que vivo.
Apetece-me vaguear na minha opcional vida de silêncios. Quanto mais partilho as minhas razões, mais confusões nascem. Se falo é porque disse o que não devia - magoo. Se calo, é porque sou teimoso - magoo. Pode o mundo bom dizer; calar é fugir à realidade (responsabilidades), mas cá para mim que sou de calar com facilidade, é um exercício que poucos conseguem realizar. Silêncio, nunca temi e não o temo. É que não tenho vergonha nenhuma de o utilizar em proveito da segurança da minha vida. Faz parte do meu carácter desde que nasci.
Recordo hoje coisas com e sem dor, e espero, não me tornar um nostálgico crónico a ponto de cair sem sorrir. É que às vezes sinto que não me olham como mereço. Não digo por dizer, é o que sinto e isso, não está certo. O respeito e o lugar de cada um eclipsam-se, ninguém dá pelo sumiço, falseia-se. Assim a vida torna-se difícil de ser vivida com acerto, perseverança e razoabilidade nas coisas que exigimos aos outros. Escrevo sobre honestidade. Connosco. Principalmente com os outros. Os umbigos prevalecem. E isso é uma pena..
.. o meu mundo não é assim.
Neste mundo, decididamente, não sou inocente.
Sou humano, tenho muitas dores.
Aprendo que a amizade é um monte de oportunidades para os oportunistas testarem os seus engenhos oportunistas.
Em tudo, vence quem menos ceder. Assim, continua o mundo a sobreviver e este, não é o meu mundo decididamente.
Dou comigo a repensar, se uma recordação será algo que se tem ou se perdeu! Sinto desde há muito uma enorme paz interior, é verdade, mas por isso uma grande confusão, na realidade em que vivo.
Apetece-me vaguear na minha opcional vida de silêncios. Quanto mais partilho as minhas razões, mais confusões nascem. Se falo é porque disse o que não devia - magoo. Se calo, é porque sou teimoso - magoo. Pode o mundo bom dizer; calar é fugir à realidade (responsabilidades), mas cá para mim que sou de calar com facilidade, é um exercício que poucos conseguem realizar. Silêncio, nunca temi e não o temo. É que não tenho vergonha nenhuma de o utilizar em proveito da segurança da minha vida. Faz parte do meu carácter desde que nasci.
Recordo hoje coisas com e sem dor, e espero, não me tornar um nostálgico crónico a ponto de cair sem sorrir. É que às vezes sinto que não me olham como mereço. Não digo por dizer, é o que sinto e isso, não está certo. O respeito e o lugar de cada um eclipsam-se, ninguém dá pelo sumiço, falseia-se. Assim a vida torna-se difícil de ser vivida com acerto, perseverança e razoabilidade nas coisas que exigimos aos outros. Escrevo sobre honestidade. Connosco. Principalmente com os outros. Os umbigos prevalecem. E isso é uma pena..
.. o meu mundo não é assim.
Neste mundo, decididamente, não sou inocente.
Sou humano, tenho muitas dores.
Aprendo que a amizade é um monte de oportunidades para os oportunistas testarem os seus engenhos oportunistas.
Em tudo, vence quem menos ceder. Assim, continua o mundo a sobreviver e este, não é o meu mundo decididamente.
(..06Set'09)


