Se pudéssemos ter consciência do quanto a nossa vida é momentânea, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar-mos fora as oportunidades que temos de ser e de fazermos os outros felizes.
Olhamos, porque assim nos educaram, para os aspectos menos importantes nos outros. Esquecemo-nos constantemente do essencial, pequenos nadas, coisas simples.
Mas nós não adivinhamos. Descuidamo-nos. De nós, dos outros mas, principalmente de nós.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosas. Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço (já falei aqui do que penso sobre o abraço) que, tanto a nossa alma pede, porque algo em nós, nos impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos, porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos (dahhh…). Ninguém é adivinho.
E passa a noite e chega o dia. O sol nasce e adormece e continuamos os mesmos. Fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos, dos outros. Da vida. De nós mesmos. Normalmente é sempre os outros que têm culpa da nossa infelicidade. Nunca somos capazes de dizer que somos livres de caminhar os nossos caminhos.
Consumimo-nos. Comparamos a nossa vida com as daqueles que possuem mais do que nós. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma enorme diferença! Os dias seriam menos agrestes.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então perguntamos: E agora?
Hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. Isto, todos sabemos que é verdade mas, ninguém quer fazer.
Não olhes para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olha para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão ao nosso redor. Ainda é tempo de agradecer pela vida, que mesmo transitória, ainda está em nós.
Pensa!...
Não percas mais tempo!...
Só perdes tempo, quando olhas para trás.
Olhamos, porque assim nos educaram, para os aspectos menos importantes nos outros. Esquecemo-nos constantemente do essencial, pequenos nadas, coisas simples.
Mas nós não adivinhamos. Descuidamo-nos. De nós, dos outros mas, principalmente de nós.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosas. Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço (já falei aqui do que penso sobre o abraço) que, tanto a nossa alma pede, porque algo em nós, nos impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos, porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos (dahhh…). Ninguém é adivinho.
E passa a noite e chega o dia. O sol nasce e adormece e continuamos os mesmos. Fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos, dos outros. Da vida. De nós mesmos. Normalmente é sempre os outros que têm culpa da nossa infelicidade. Nunca somos capazes de dizer que somos livres de caminhar os nossos caminhos.
Consumimo-nos. Comparamos a nossa vida com as daqueles que possuem mais do que nós. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma enorme diferença! Os dias seriam menos agrestes.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então perguntamos: E agora?
Hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. Isto, todos sabemos que é verdade mas, ninguém quer fazer.
Não olhes para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos.
Olha para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão ao nosso redor. Ainda é tempo de agradecer pela vida, que mesmo transitória, ainda está em nós.
Pensa!...
Não percas mais tempo!...
Só perdes tempo, quando olhas para trás.
Para Isabel Sá.
(.. 07Jul'06)
(.. 07Jul'06)

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