Queria eu não saber, que
chegara a hora de chegares ao destino, que
não o meu, mas
o que reserva o cómodo da vida, de
gente séria e normal.
Nunca serei, sei. Nunca
serei normal, e menos, na
estirpe da espécie.
A irreverência não é uma boa virtude, mas
desafoga o pensar, e
atreve-se a devanear, com
coisas que, não devia.
Prefiro sonhar com a outra chegada, aquela
que me atrevo a fantasiar, em constante agitação
de que não devia conferir.
Chegaste? Aqui?
Não te vi passar. Quantos mais
tempos eu irei circular?
Utopiaaaa! Acomoda-te. Eu farei
por me encontrar no último lugar, aquele
que será eternamente, o lugar
de qualquer gente.
Aí verificaremos, se nos olhávamos
sentindo-nos, capazes, de outros caminhares.
Utopia é paz. Ofereço a quem for capaz, de
viver sem arrolar a irreverência, de
qualquer respirar que não o seu.
(.. 14Julh’06)
sábado, 15 de julho de 2006
De regresso ainda não a mim.
Escrevinhada por:
SepolOm
às
00:31
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