Calar é chorar com coragem.
Nunca foi o meu jeito não escrever o nome dos bois. No texto anterior “Se calares como eu, deixas de mentir!”, subtraí o nome porque, é neste meu recanto que escrevo palavras vãs e ou desabafos, tolices etc, não mais do que isso.
A pessoa em questão a que me fez escrever o “desabafo”, merece-me créditos legítimos, apesar de ultimamente ofender, denegrir e arremessar-me outros ultrajes menos próprios e menos sentidos.
A dor da perda é frustrante. E eu não sei? Amar na mentira, dói mais.
Vale a pena pensarmos porque perdemos? Se pensasse e por vezes penso, não acho justo, os sinais e as palavras que me são arremessadas. Nunca volto a trás.
Mas a vida é assim. Cada um faz o que o seu carácter predispõe. Cada um segue a sua defesa como foi educado ou, como amadureceu a sua postura na vida.
Não dou qualquer veleidade a trocas de palavras. ACABOU. E já faz tanto tempo que me despedi. Sou de tudo ou nada. Sou honesto. Serei sempre assim.
Não tenho jeito nenhum para chafurdar na mentira e ou no engano. Muito menos; no diz que diz; no diz que faz; no diz que não fez, etc..
Vive-se de aparências saudáveis enquanto a mentira está coberta. Perde-se tudo num segundo, quando os pés aparecem.
Calar é: chorar com coragem.
Calar é: não injuriar a quem se entregou um dia a alma.
Calar é: ser amigo continuado, mesmo que no silêncio.
Ponto final.
(JorgeL.. 14 Janeiro’08)
Nota 1
Principalmente à amiga muito querida TS, peço publicamente as minhas desculpas. Não merecias ter passado o tempo a pensar neste assunto. Mas se me conhecesses melhor entenderias. Não sai de mim o menos próprio a alguém que sempre estimei muito ou a que mais estimei.
Nota 2
“J” tu conheces a história! Conheces-me! Não devias ter dúvidas.
Nota 3
Para ti Manuela, na qual te remeti o texto em causa, desejo-te e à tua família, toda a felicidade possível. Quem adicionares à tua vida que tenhas melhor sorte, desejo. Serei o amigo possível que no entanto sabes que será difícil. Esquecer não é o meu melhor hábito nem a minha melhor virtude.
Nunca foi o meu jeito não escrever o nome dos bois. No texto anterior “Se calares como eu, deixas de mentir!”, subtraí o nome porque, é neste meu recanto que escrevo palavras vãs e ou desabafos, tolices etc, não mais do que isso.
A pessoa em questão a que me fez escrever o “desabafo”, merece-me créditos legítimos, apesar de ultimamente ofender, denegrir e arremessar-me outros ultrajes menos próprios e menos sentidos.
A dor da perda é frustrante. E eu não sei? Amar na mentira, dói mais.
Vale a pena pensarmos porque perdemos? Se pensasse e por vezes penso, não acho justo, os sinais e as palavras que me são arremessadas. Nunca volto a trás.
Mas a vida é assim. Cada um faz o que o seu carácter predispõe. Cada um segue a sua defesa como foi educado ou, como amadureceu a sua postura na vida.
Não dou qualquer veleidade a trocas de palavras. ACABOU. E já faz tanto tempo que me despedi. Sou de tudo ou nada. Sou honesto. Serei sempre assim.
Não tenho jeito nenhum para chafurdar na mentira e ou no engano. Muito menos; no diz que diz; no diz que faz; no diz que não fez, etc..
Vive-se de aparências saudáveis enquanto a mentira está coberta. Perde-se tudo num segundo, quando os pés aparecem.
Calar é: chorar com coragem.
Calar é: não injuriar a quem se entregou um dia a alma.
Calar é: ser amigo continuado, mesmo que no silêncio.
Ponto final.
(JorgeL.. 14 Janeiro’08)
Nota 1
Principalmente à amiga muito querida TS, peço publicamente as minhas desculpas. Não merecias ter passado o tempo a pensar neste assunto. Mas se me conhecesses melhor entenderias. Não sai de mim o menos próprio a alguém que sempre estimei muito ou a que mais estimei.
Nota 2
“J” tu conheces a história! Conheces-me! Não devias ter dúvidas.
Nota 3
Para ti Manuela, na qual te remeti o texto em causa, desejo-te e à tua família, toda a felicidade possível. Quem adicionares à tua vida que tenhas melhor sorte, desejo. Serei o amigo possível que no entanto sabes que será difícil. Esquecer não é o meu melhor hábito nem a minha melhor virtude.
