A segunda-feira chega todas as semanas; enfim. Ultimamente é um pesadelo. Sinto hoje que, o pior é, ter passado um Sábado e Domingo em pleno gozo familiar muito bom. Quer dizer, nova família, novas aprendizagens. Porque não dizer, novos “gostares”, afectivos - claro.
No Sábado, participei com a mulher minha amada, num aniversário de uma amiga. Novas apresentações. Novos olhares. Novos sorrisos. Bom convívio. E a noite, passou. E veio a manhã.
Domingo foi "mais bom"; um baptizado. O dia todo. De manhã à noitinha.
A família cresce?!.. Ela assim quer. Apresentações familiares feitas. Baptizado e repasto. Tudo em família. Dela. Desejo que seja minha para sempre. Sei! É só um desejo, mas farei para que a realidade prevaleça. Por eles. Por ela. Por mim será! E veio a noitinha. E veio a manhã.
A segunda-feira chegou. Volta todas as semanas. Sei, mas começo a detestar. É uma doença. É o mal do meu ex-emprego. É que as coisas já não são as mesmas. O emprego, lugar onde trabalhei tantos anos, todas as coisas que lhe fazia jus, hoje, não são mais o que me deliciava ao levantar-me da cama, logo pela manhã. Às segundas-feiras.
É o mal dos fins-de-semana. Quer dizer, ultimamente são bons.
Hoje é segunda-feira e mais uma vez não estou bem. É o mal de chegar ao local do ex-emprego e olhar para tantas gentes que antes abriam a boca, hoje, fogem-me das mãos.
O pior mal é o meu. Eu também devia mudar. Devia olhar para o lado. Devia fingir. Devia muita coisa, mas não consigo fazer porque não consigo lidar com as minhas tristezas.
Procurarei que amanha seja um novo dia. Prevejo mudanças drásticas para esta semana. Nada do que sinto hoje é coisa que eu vá gostar. Reconheço que os dias no ex-emprego, estão a apertar muito, e um dia muito próximo as coisas terão de chegar a um porto qualquer. Queira ou não queira que o porto me chegue.
Detesto sentir que amigos mudem no dia a dia. Morro. E para que não se sintam mal, consigo fingir que não vejo nada. Até consigo fingir que estou bem. Consigo fingir que tenho bons ouvidos.
Não fosse a força da minha amada, e eu estaria certamente num lugar de “ninguéns”.
A força dela, mais uma mão de amigos, ainda consegue que eu esteja a olhar o mundo de forma a entender que a justiça existe.
Aprendo com este meu novo tempo que, amigos.. é coisa que muda consoante o tempo e as oportunidades. Quero dizer.. dádivas.
Hoje como todas as últimas segundas-feiras estou por baixo, e não consigo deixar de pensar nisso. É que ainda não consigo deixar de pensar na minha ex-profissão. Nas coisas que fiz durante tantos anos na minha ex-empresa. O mundo da minha ex-empresa sabe o quanto eu era um bom profissional. Um excelente criativo em horas de aflição, também. Logo, não consigo olhar ninguém que ajudou a que estivesse nesta situação. Cada dia que passa, mais sei dos “amigos” que me tiraram as coisas que eu tanto gostava de fazer, às segundas-feiras também.
Dizem para não pensarmos nas coisas passadas, mas eu nunca esquecerei as pessoas que me passam todos os dias ao lado e que me enganaram. Estes, sempre enganaram outros, agora só foi mais um, eu.
Não vou esquece-los..
No Sábado, participei com a mulher minha amada, num aniversário de uma amiga. Novas apresentações. Novos olhares. Novos sorrisos. Bom convívio. E a noite, passou. E veio a manhã.
Domingo foi "mais bom"; um baptizado. O dia todo. De manhã à noitinha.
A família cresce?!.. Ela assim quer. Apresentações familiares feitas. Baptizado e repasto. Tudo em família. Dela. Desejo que seja minha para sempre. Sei! É só um desejo, mas farei para que a realidade prevaleça. Por eles. Por ela. Por mim será! E veio a noitinha. E veio a manhã.
A segunda-feira chegou. Volta todas as semanas. Sei, mas começo a detestar. É uma doença. É o mal do meu ex-emprego. É que as coisas já não são as mesmas. O emprego, lugar onde trabalhei tantos anos, todas as coisas que lhe fazia jus, hoje, não são mais o que me deliciava ao levantar-me da cama, logo pela manhã. Às segundas-feiras.
É o mal dos fins-de-semana. Quer dizer, ultimamente são bons.
Hoje é segunda-feira e mais uma vez não estou bem. É o mal de chegar ao local do ex-emprego e olhar para tantas gentes que antes abriam a boca, hoje, fogem-me das mãos.
O pior mal é o meu. Eu também devia mudar. Devia olhar para o lado. Devia fingir. Devia muita coisa, mas não consigo fazer porque não consigo lidar com as minhas tristezas.
Procurarei que amanha seja um novo dia. Prevejo mudanças drásticas para esta semana. Nada do que sinto hoje é coisa que eu vá gostar. Reconheço que os dias no ex-emprego, estão a apertar muito, e um dia muito próximo as coisas terão de chegar a um porto qualquer. Queira ou não queira que o porto me chegue.
Detesto sentir que amigos mudem no dia a dia. Morro. E para que não se sintam mal, consigo fingir que não vejo nada. Até consigo fingir que estou bem. Consigo fingir que tenho bons ouvidos.
Não fosse a força da minha amada, e eu estaria certamente num lugar de “ninguéns”.
A força dela, mais uma mão de amigos, ainda consegue que eu esteja a olhar o mundo de forma a entender que a justiça existe.
Aprendo com este meu novo tempo que, amigos.. é coisa que muda consoante o tempo e as oportunidades. Quero dizer.. dádivas.
Hoje como todas as últimas segundas-feiras estou por baixo, e não consigo deixar de pensar nisso. É que ainda não consigo deixar de pensar na minha ex-profissão. Nas coisas que fiz durante tantos anos na minha ex-empresa. O mundo da minha ex-empresa sabe o quanto eu era um bom profissional. Um excelente criativo em horas de aflição, também. Logo, não consigo olhar ninguém que ajudou a que estivesse nesta situação. Cada dia que passa, mais sei dos “amigos” que me tiraram as coisas que eu tanto gostava de fazer, às segundas-feiras também.
Dizem para não pensarmos nas coisas passadas, mas eu nunca esquecerei as pessoas que me passam todos os dias ao lado e que me enganaram. Estes, sempre enganaram outros, agora só foi mais um, eu.
Não vou esquece-los..
Não quero esquece-los..
Não me dou nada bem com as minhas tristezas. Já tinha dito, mas repito-as ao céu azul.
(.. 30Jun’08)
(.. 30Jun’08)

1 comentário:
Eu diria que devias esquecer, só faz que tenhas dores. Entendo o que dizes, mas espera o futuro, o encontro. Admiro-te. Beijos :)
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