A Prenda.
Troco-me todo porque gosto assim. É como a vida. A minha. Quase gosto da vida que tenho. Agora. Sim. Noto que mudo. Porque quero. Porque assim é muito “mais” melhor. Quando quis toda não gostava de mim. Agora há dias em que aceito que o tempo passe por mim e me leve para onde só tu sabes.
Mudaste-me tudo. Eu quis. Como uma criança que aceita um doce, qualquer. Não pergunto se vale a pena. Há muitas coisas assim. Tenho mais alguns anos diante de mim, quisera eu de ti, e depois, quero acabar de repente. Que seja a tua felicidade toda dentro de mim. Como os meus sonhos de agora no fim. O amor não é tudo. Para mim nem as princesas são quase tudo. Não insisto. Há muitas pessoas. Não posso ter medo. Nos dias seguintes há sempre muitas coisas para resolver. E eu que amo agora, mais que tudo a minha princesa, quero resolver as coisas que mudas para mim.
É muito bom saber que agora cresci e com um vinculo mais amadurecido. Há coisas que, de qualquer modo, não se pode falar. Pior, escrever. Mas como sou um delator de boca aberta, não posso deixar de escrever. Já julguei ser um homem. Agora acho-me um mero mortal desencontrado. Vivo, é já o bastante. Não vou a lado nenhum, mas isso já tu sabes. Sabes quase tudo do que escrevo e quase tudo do que nunca vali.
Obrigado pela prenda, onde outrora prometi fazer jus ao seu real valor. Não sou de desistir que essas coisas são só, dar demasiada importância a coisas que não tem. A vida é uma delas. Mas a prenda é para sempre. Não é a mesma coisa que cheirar flores ou a ver o mar. Cá para mim que tudo isto me toca fundo, é distracção. Deve ser. Durante algum tempo, distraído, contemplei-a, prometo merecer continuando a desejar que o muito que te quero, valha sempre a pena entre nós.
Sim meu amor, é esta vida que quero. Não te arrependas de nada. Por hoje já bebi o bastante à nossa muita felicidade.
Sou eterno responsável do que amo, do que sei, do valor da vida, e do valor da responsabilidade, da amizade.
Se um dia quiseres partir para junto de mim, lembra-te, isso isso.. a prenda. O resto tu já sabes, já estou por lá.. e te receberei sempre, com aquela vontade de viver para sempre.
Quase ainda nem estou em mim..
Obrigado.
.. de mim, beijo
(..6/Jun/2008 18:46)
Troco-me todo porque gosto assim. É como a vida. A minha. Quase gosto da vida que tenho. Agora. Sim. Noto que mudo. Porque quero. Porque assim é muito “mais” melhor. Quando quis toda não gostava de mim. Agora há dias em que aceito que o tempo passe por mim e me leve para onde só tu sabes.
Mudaste-me tudo. Eu quis. Como uma criança que aceita um doce, qualquer. Não pergunto se vale a pena. Há muitas coisas assim. Tenho mais alguns anos diante de mim, quisera eu de ti, e depois, quero acabar de repente. Que seja a tua felicidade toda dentro de mim. Como os meus sonhos de agora no fim. O amor não é tudo. Para mim nem as princesas são quase tudo. Não insisto. Há muitas pessoas. Não posso ter medo. Nos dias seguintes há sempre muitas coisas para resolver. E eu que amo agora, mais que tudo a minha princesa, quero resolver as coisas que mudas para mim.
É muito bom saber que agora cresci e com um vinculo mais amadurecido. Há coisas que, de qualquer modo, não se pode falar. Pior, escrever. Mas como sou um delator de boca aberta, não posso deixar de escrever. Já julguei ser um homem. Agora acho-me um mero mortal desencontrado. Vivo, é já o bastante. Não vou a lado nenhum, mas isso já tu sabes. Sabes quase tudo do que escrevo e quase tudo do que nunca vali.
Obrigado pela prenda, onde outrora prometi fazer jus ao seu real valor. Não sou de desistir que essas coisas são só, dar demasiada importância a coisas que não tem. A vida é uma delas. Mas a prenda é para sempre. Não é a mesma coisa que cheirar flores ou a ver o mar. Cá para mim que tudo isto me toca fundo, é distracção. Deve ser. Durante algum tempo, distraído, contemplei-a, prometo merecer continuando a desejar que o muito que te quero, valha sempre a pena entre nós.
Sim meu amor, é esta vida que quero. Não te arrependas de nada. Por hoje já bebi o bastante à nossa muita felicidade.
Sou eterno responsável do que amo, do que sei, do valor da vida, e do valor da responsabilidade, da amizade.
Se um dia quiseres partir para junto de mim, lembra-te, isso isso.. a prenda. O resto tu já sabes, já estou por lá.. e te receberei sempre, com aquela vontade de viver para sempre.
Quase ainda nem estou em mim..
Obrigado.
.. de mim, beijo
(..6/Jun/2008 18:46)
