I’m sorry. I dont’t know what to say.
Iknow i screwed it up - but i will love you forever.
Com os gatos também quis. Quis-te todos os dias, nunca quase te tive, e nenhuma noite passou sem te ter como sou na minha libido. Queria falar muito baixinho por baixo dos lençóis e brincar às escondidas dentro de ti, de mim, nós. E, no entanto, foi bom ter-te por perto tão longe e ouvir a tua voz e ver os teus olhos grandes, bonitos, principalmente dentro de mim quando não me querias e eu dentro de ti, sufocava em turbilhões de coisas sem erotismo, sem me vestir, sem a roupa da noite, porque sou assim, sou assado, sou o que tenho.
Dentro de ti estive quase tão bem como penso que estarei quando me chamarem ao final do meu destino. Final da respiração. Do pensar. Das coisas ruins que me fazem. Que me fizeram e ainda prevejo acontecer tantas vezes mais. Porque sou o que sou, espelho do que tenho.
Lembras-te? Quis sempre que fosses mais minha do que dos outros que ensaiavam frases estranhas, imperfeitas, fazendo que recuasse para dentro da solidão.
Nunca te esqueças amor perdido nas nossas diferenças que gosto de ti há muito tempo. Só me perdi por isso. E perco-me todas as vezes que ainda penso em ti antes de ir para longe. Longe de nós.
Os gatos? Desses tenho saudades de lhes cortar as pernas todas, até pensei comprar uma faca nova, a maior, a mais afiada, a que não me desse muito trabalho.
É, sou o que tenho, espelho de mim. Uma coisa aprendi, deixei de sonhar.
Hoje já acredito no que sempre te ouvi pela boca grande de dentes limpos, esbranquiçados num brilho só teu. Somos diferentes.
Sou diferente. Sempre fui. Não mais. Não menos. Só diferente.
Não melhor. Diferente de mim sem perder a identidade. Os gatos também são diferentes de mim, de ti, de nós. Dos outros, todos, também.
A minha identidade é, e será sempre a minha pessoa. Para as coisas boas. Para as coisas menos boas. Para todos os que me envolvem. Para os que me aceitam.
Com esperança cuidada, sem expectativas, vou ao caminho. Vou ver os abismos.
Os homens são respeitados não pelo que aparentam em momentos de presença cuidada, mas pelo tempo que, com orgulho, vivem a sua identidade.
Gosto de pensar que as coisas são assim. Simples. Sempre teu. Sempre meu. Sempre nosso.
Só nos humanos a natureza adoece. Pois.
Também pelos gatos que um dia pensei serem meus até ao fim. Gosto de pensar assim.
(.. 29Mar’09) (2)
Iknow i screwed it up - but i will love you forever.
Com os gatos também quis. Quis-te todos os dias, nunca quase te tive, e nenhuma noite passou sem te ter como sou na minha libido. Queria falar muito baixinho por baixo dos lençóis e brincar às escondidas dentro de ti, de mim, nós. E, no entanto, foi bom ter-te por perto tão longe e ouvir a tua voz e ver os teus olhos grandes, bonitos, principalmente dentro de mim quando não me querias e eu dentro de ti, sufocava em turbilhões de coisas sem erotismo, sem me vestir, sem a roupa da noite, porque sou assim, sou assado, sou o que tenho.
Dentro de ti estive quase tão bem como penso que estarei quando me chamarem ao final do meu destino. Final da respiração. Do pensar. Das coisas ruins que me fazem. Que me fizeram e ainda prevejo acontecer tantas vezes mais. Porque sou o que sou, espelho do que tenho.
Lembras-te? Quis sempre que fosses mais minha do que dos outros que ensaiavam frases estranhas, imperfeitas, fazendo que recuasse para dentro da solidão.
Nunca te esqueças amor perdido nas nossas diferenças que gosto de ti há muito tempo. Só me perdi por isso. E perco-me todas as vezes que ainda penso em ti antes de ir para longe. Longe de nós.
Os gatos? Desses tenho saudades de lhes cortar as pernas todas, até pensei comprar uma faca nova, a maior, a mais afiada, a que não me desse muito trabalho.
É, sou o que tenho, espelho de mim. Uma coisa aprendi, deixei de sonhar.
Hoje já acredito no que sempre te ouvi pela boca grande de dentes limpos, esbranquiçados num brilho só teu. Somos diferentes.
Sou diferente. Sempre fui. Não mais. Não menos. Só diferente.
Não melhor. Diferente de mim sem perder a identidade. Os gatos também são diferentes de mim, de ti, de nós. Dos outros, todos, também.
A minha identidade é, e será sempre a minha pessoa. Para as coisas boas. Para as coisas menos boas. Para todos os que me envolvem. Para os que me aceitam.
Com esperança cuidada, sem expectativas, vou ao caminho. Vou ver os abismos.
Os homens são respeitados não pelo que aparentam em momentos de presença cuidada, mas pelo tempo que, com orgulho, vivem a sua identidade.
Gosto de pensar que as coisas são assim. Simples. Sempre teu. Sempre meu. Sempre nosso.
Só nos humanos a natureza adoece. Pois.
Também pelos gatos que um dia pensei serem meus até ao fim. Gosto de pensar assim.
(.. 29Mar’09) (2)
