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sábado, 19 de junho de 2010

Dezoito.

O dia dez de Outubro de 2009, foi estranho. Final da tarde. Este ano de 2010 tenho tido dias iguais. O dia dezoito do mês presente, foi estranho. O final. Voltei a sentir as mesmas coisas. Iguais às que senti no dia do meu falecimento. Por tudo isso, é muito estranho sentir o estranho agarrado dentro de mim. Confuso é que respiro muito bem. Está a ser estranho as coisas que penso e as coisas que vivo. Estranho as coisas que não faço e devia fazer no tempo que tenho. E as que faço que não devia fazer, também são estranhas. Estranho as coisas que penso e não vivo e as que vivo com pouco pensamento.

Nos dia ruins esquecemos a palavra amor. Palavra que tantas vezes dizemos em vários formatos; emoções, toques e outros mais sons, todos trabalhados emocionalmente, todos formatados à medida do momento e que normalmente dizemos quando o céu é azul.

Tenho um exercício para propor. Pensa um pouco antes de ires buscar a caneta. E o papel também. Achas que realizaste as coisas que querias para a tua vida?
Escreve a tua mensagem fúnebre. És capaz?


(.. 18Jun'10)