Se nos dói tanto que até a respiração, falha. O coração aperta. Parece que tudo se destrói. O dia esse, parece que não tem fim, e nestes dias, ninguém acredita em nós, mas também não existe ninguém para sentir o que só nós sentimos.
Todos passamos por isso. Uma vez ou mais e, repetimos tudo de novo uma vez, ou outra vez mais as vezes necessárias para aprendermos a olhar coisas mais simples, as que cabem simplesmente simples, na nossa medida, na nossa mão.
Quando um problema fica destruído, podemos passar para outro. É isso que eu chamo saber viver com as coisas ingratas da nossa vida. Não temos que encontrar soluções, mas sim destruí-las, se nos ferem.
Pensar nos outros é um erro comum nas pessoas boas. Preferimos vezes sem conta, desculpar o outro, esse, que nos criou o verdadeiro problema.
As pessoas boas são assim e vão continuar a sê-lo. Está no carácter. Isso já não se muda, como não se muda ou não se deve mudar de sangue.
Os ruins, esses, são os que mais vezes pedem desculpas. Os bons, esses, são os que mais vezes oferecem a paz, a concordância, mesmo que fiquem uma vez mais, pior do que antes.
Como a certeza! É uma coisa terrível! Fixa e esgota o pensamento. O que vale é que uma certeza não se sustém por si só, uma certeza traz consigo inúmeras dúvidas. A vida é mesmo assim, até tem alguma piada, basta pensar nos encontros e desencontros, e destruir o que é mau. A única certeza que devemos guardar, são as certezas de cada dia que nos dão forças para continuar em frente.
Aprendi com o tempo, que o tempo não cura nada, nenhuma ferida. No entanto fará... de forma mais misericordiosa, diminuir a dor pouco a pouco. Sei.
Admito que passei alguns dias e noites menos bem últimamente, sou assim, sei. Tentei desesperadamente superar os imensos meus medos, enquanto pensava se alguma vez esta dor, desapareceria!
Pensar nos outros é um erro comum nas pessoas boas. Preferimos vezes sem conta, desculpar o outro, esse, que nos criou o verdadeiro problema.
As pessoas boas são assim e vão continuar a sê-lo. Está no carácter. Isso já não se muda, como não se muda ou não se deve mudar de sangue.
Os ruins, esses, são os que mais vezes pedem desculpas. Os bons, esses, são os que mais vezes oferecem a paz, a concordância, mesmo que fiquem uma vez mais, pior do que antes.
Como a certeza! É uma coisa terrível! Fixa e esgota o pensamento. O que vale é que uma certeza não se sustém por si só, uma certeza traz consigo inúmeras dúvidas. A vida é mesmo assim, até tem alguma piada, basta pensar nos encontros e desencontros, e destruir o que é mau. A única certeza que devemos guardar, são as certezas de cada dia que nos dão forças para continuar em frente.
Aprendi com o tempo, que o tempo não cura nada, nenhuma ferida. No entanto fará... de forma mais misericordiosa, diminuir a dor pouco a pouco. Sei.
Admito que passei alguns dias e noites menos bem últimamente, sou assim, sei. Tentei desesperadamente superar os imensos meus medos, enquanto pensava se alguma vez esta dor, desapareceria!
As dores por cada olhar, renovam-se. Não se pode fazer nada se só olharmos.
Não temos a certeza de nada por falta de coragem de dizermos mesmo que nos doa, ou que doa ao outro, descrever a nossa melhor verdade. A verdade dói. Mas dói mais, viver na "inverdade". Todos sabemos que a certeza é a verdade comum.
(.. 18Mai’07)
Não temos a certeza de nada por falta de coragem de dizermos mesmo que nos doa, ou que doa ao outro, descrever a nossa melhor verdade. A verdade dói. Mas dói mais, viver na "inverdade". Todos sabemos que a certeza é a verdade comum.
(.. 18Mai’07)

1 comentário:
"IMPERFEIÇÃO"
Ainda estou por encontrar o perfeccionista absoluto cuja vida seja plena de paz interior. A busca da perfeição e o desejo da tranquilidade interior são conflitantes. Sempre que estamos ligados à realização de alguma coisa de uma determinada maneira, melhor do que a que temos no presente, estamos, por definição, engajados numa batalha perdida. Em vez de estarmos felizes e gratos pelo que já alcançamos, nos fixamos no que esta coisa tem de errado e em nosso desejo de reparar este erro. Quando atingimos o ponto zero do erro, ficamos insatisfeitos e descontentes.
Quer tenha relação conosco - um armário desorganizado, um arranhão no carro, uma tarefa malfeita, uns quilos a mais que deveríamos perder - ou com as imperfeições dos outros - a coerência de alguém, o modo como se comporta, como vive sua vida - a própria ênfase na imperfeição impede que atinjamos nosso objetivo de simpatia ou gentileza. Esta estratégia não quer dizer que devamos parar de fazer o melhor que podemos, e sim que não devemos nos concentrar excessivamente no lado errado da vida. A estratégia apenas nos ensina que, embora haja sempre uma maneira melhor de se fazer alguma coisa, isso não deve nos impedir de apreciar a maneira como as coisas são, no momento.
A solução é se pôr de sobreaviso em relação ao hábito de insistir para que as coisas sejam diferentes do que são. Tente se lembrar, com tranquilidade, que a vida está bem como está, agora. Na ausência do seu julgamento perfeccionista, tudo parecerá bem. À medida que você eliminar sua obssessão pela perfeição em todas as áreas de sua vida, você começará a descobrir a perfeição na sua própria vida.
(desconheço o autor)
Enviar um comentário