(cont..)
Procuramos esquecer com outros os outros e normalmente não conseguimos. Nem a nós próprios nos conseguimos esquecer de nós quanto mais. Não há nada a fazer! E tantas pessoas que passam por nós! É como quando gostamos! Gostamos enquanto precisamos e depois deixamos de precisar e de gostar ao mesmo tempo - acho.
A verdade é esta: o impossível é de facto possível. O possível é que não é possível. Fica muito pior depois do impossível se ter tornado possível uma vez, uma única vez que seja. Sem dúvidas não há esperança – penso. Por estas e por outras similares, sei que não vou a bom porto. Mas tenho fé! Um dia alguém me encontra e não me deixa ficar sem esperanças.
Não tenho sempre razão. A maior parte das vezes que me dou a trocar argumentos, deixo-me perder – já o tinha dito. Não gosto de ver ninguém a sofrer ou mesmo, perder seja o que for. Perder, é coisa muito minha. Nos anos que respiro, treino-me arduamente para suportar a dor da perda. Agora só perco quando me dizem que perdi. Estou um verdadeiro relaxado. Mas o que tem importância é que me distingo de forma consistente com que articulo os lábios. É sempre bom que saibam de nós, depois de nos verem bem. Mas se o possível é quase impossível, porque não fazem o "quase"?
Sou – já o tinha dito, demasiado impaciente e ansioso. Só que não estava à espera que as coisas fossem difíceis, tão difíceis. Isso é o que eu julgo e isso magoa muito.
Mentir é norma de muitos. Dizem que é uma maneira de se defenderem. Dizem muitas coisas erradas. E que só acredito no que quero, principalmente no que sinto. Essa é que é essa. Por isso devo sofrer mais. Não tem qualquer importância é só uma maneira de ser.
Procuramos esquecer com outros os outros e normalmente não conseguimos. Nem a nós próprios nos conseguimos esquecer de nós quanto mais. Não há nada a fazer! E tantas pessoas que passam por nós! É como quando gostamos! Gostamos enquanto precisamos e depois deixamos de precisar e de gostar ao mesmo tempo - acho.
A verdade é esta: o impossível é de facto possível. O possível é que não é possível. Fica muito pior depois do impossível se ter tornado possível uma vez, uma única vez que seja. Sem dúvidas não há esperança – penso. Por estas e por outras similares, sei que não vou a bom porto. Mas tenho fé! Um dia alguém me encontra e não me deixa ficar sem esperanças.
Não tenho sempre razão. A maior parte das vezes que me dou a trocar argumentos, deixo-me perder – já o tinha dito. Não gosto de ver ninguém a sofrer ou mesmo, perder seja o que for. Perder, é coisa muito minha. Nos anos que respiro, treino-me arduamente para suportar a dor da perda. Agora só perco quando me dizem que perdi. Estou um verdadeiro relaxado. Mas o que tem importância é que me distingo de forma consistente com que articulo os lábios. É sempre bom que saibam de nós, depois de nos verem bem. Mas se o possível é quase impossível, porque não fazem o "quase"?
Sou – já o tinha dito, demasiado impaciente e ansioso. Só que não estava à espera que as coisas fossem difíceis, tão difíceis. Isso é o que eu julgo e isso magoa muito.
Mentir é norma de muitos. Dizem que é uma maneira de se defenderem. Dizem muitas coisas erradas. E que só acredito no que quero, principalmente no que sinto. Essa é que é essa. Por isso devo sofrer mais. Não tem qualquer importância é só uma maneira de ser.
Mente-se até às pessoas que se gosta muito – defendem-se. Se calhar unicamente àquelas de quem se gosta mais. Quase gostam de mim. Dizem. A vida é atroz e insensata - digo. Devemos encobrir a atrocidade e insensatez aos que amamos com todo o esforço da nossa inteligência – vingo-me eu. Odeio os amigos que querem ajudar pretendendo saber o que é melhor. Que devemos fazer isto ou aquilo e não isto e aquilo. "Os exercícios e as experiências são para os outros, menos para nós". Isto os amigos não sabem, só eu! Teimoso!
Isto são coisas de um tempo muito curto mas com alguma luz. A filosofia deprime-me. Às vezes penso demasiado, mas estou ilibado, estou a tentar deformar-me.
Isto são coisas de um tempo muito curto mas com alguma luz. A filosofia deprime-me. Às vezes penso demasiado, mas estou ilibado, estou a tentar deformar-me.
É cada vez mais claro para mim! Poucos conhecem quem sou.. e não sou nenhum poema, porque isso nunca quis ser, tal o tormento de quem me tenta descrever.
Salvo o exagero, continuamos assim até ao fim. Todos! Eu. Tu e eles também. E elas.
(.. 25julh’08)
(.. 25julh’08)

2 comentários:
não existe verdade absoluta. a verdade mente. cada um faz o que quer mesmo que pise outros. a verdade única é nossa. mas sei do que falas. beijos
Filosofas nas coisas onde te sentes bem, mas por vezes é dificil de te entender. Viver é tão dificil,tu sabes,pelo menos pensas que sabes. Ler o que escreves, faz-me pensar em outro tempo que fluimos, e tu tens jeito para fazeres sonhar. jinhos e felicidades agora na tua pré, desta tua amiga.e.
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