Sempre achei que nunca iria conseguir o que me propus fazer, faz dois anos. Lutas desiguais não é nem nunca foi o meu jeito e, continua a não o ser. Pensei, desta vez, que iria ter uma ajuda forte. Enganei-me! É meu hábito, entregar-me e enganarem-me sem que para isso eu tenha contribuído ou feito qualquer coisa para esse fatal final.
O engano vai e anda sempre atrás dos fracos. É um companheiro desigual mas, firme em muitas gentes. Estes gostam. Gostam de olhos e olhados e de coisas, que muitas gentes boas não querem porque, alguns mesmo que poucos, cultivam valores que estão a desabar com o passar dos tempos. Alguns lutam, poucos, para que os valores mais sublimes transcendam os valores vulgares. Estes, são os que perdem todos os dias por se enganarem a si próprios, por acharem que o mundo ainda é igual, merecem melhor escolha de quem é espiritual.
Os “manhosos” os “enganadores” os que gostam da vida fácil, vão continuar a multiplicar-se, porque essa é a boa vida, a vida fácil de fazer e de falar, vida que nada se partilha, em nada se comprometem para não dizerem que erraram… Vivem o dia a dia na sociedade marcada pelo regresso dos falsos valores, pela ausência de escrúpulos.
Quantas vezes tentei partir? Este meu melhor espaço é testemunho que tentei, tudo fazer para que desse tudo certo mesmo que ao nascer do meu olhar, o medo me desse sinais, que a tarefa que procurava de uma vida feliz não iria ser fácil. Mas isso era o somenos, desde que fosse verdadeira e não cheia de falsas atitudes ou falsas expectativas, como eu já aqui escrevi - era e fui o homem mais à mão para brincar.
Quantas vezes foste e voltaste, pelo amor que sentias e que não será fácil, traga-lo num lugar qualquer?
Quantas vezes mais vais necessitar que “Antes do Amanhecer” ou “Antes do Anoitecer”, nunca foi para ti (DoCarmo) como tu ousaste oferecer, para? Porquê?
Chega de poesia de sentires para uma parede que brinca com as cores que tu inspiras. Chega de palavras que te dizem no ouvido para te atrapalhar o que mereces ter. Chega de construções executadas em areias que vão com qualquer vento. Chega de ilusões e de atrasos no teu novo nascer. Palavras que são ditas para que nos protelemos um dia, um mês, dois anos e tudo continua na mentira de olhares escondidos e da vergonha do viver.
Dois anos e o amanhecer esfumou-se. Eu nunca ali pertenci como pensava. Afinal, eu era todo de lá, mas de lá só a mentira, a omissão, a vergonha e o diz que fez e não faz, não sucumbia.
Quantas vezes eu terei de voltar a viver, se não acredito no que ouço e acredito no que vejo. Acredito no que sinto e nos sentires que me chegam. Enganar?! Porque me engano sempre eu? E outra vez? E quantas mais?
Sim, é desta vez que outras palavras me dirão mais uma vez: “És parvo, e gostas de o ser!” outras palavras… : “Puto, acorda!” e tantas outras… : “Criança, cresce!”.
O engano vai e anda sempre atrás dos fracos. É um companheiro desigual mas, firme em muitas gentes. Estes gostam. Gostam de olhos e olhados e de coisas, que muitas gentes boas não querem porque, alguns mesmo que poucos, cultivam valores que estão a desabar com o passar dos tempos. Alguns lutam, poucos, para que os valores mais sublimes transcendam os valores vulgares. Estes, são os que perdem todos os dias por se enganarem a si próprios, por acharem que o mundo ainda é igual, merecem melhor escolha de quem é espiritual.
Os “manhosos” os “enganadores” os que gostam da vida fácil, vão continuar a multiplicar-se, porque essa é a boa vida, a vida fácil de fazer e de falar, vida que nada se partilha, em nada se comprometem para não dizerem que erraram… Vivem o dia a dia na sociedade marcada pelo regresso dos falsos valores, pela ausência de escrúpulos.
Quantas vezes tentei partir? Este meu melhor espaço é testemunho que tentei, tudo fazer para que desse tudo certo mesmo que ao nascer do meu olhar, o medo me desse sinais, que a tarefa que procurava de uma vida feliz não iria ser fácil. Mas isso era o somenos, desde que fosse verdadeira e não cheia de falsas atitudes ou falsas expectativas, como eu já aqui escrevi - era e fui o homem mais à mão para brincar.
Quantas vezes foste e voltaste, pelo amor que sentias e que não será fácil, traga-lo num lugar qualquer?
Quantas vezes mais vais necessitar que “Antes do Amanhecer” ou “Antes do Anoitecer”, nunca foi para ti (DoCarmo) como tu ousaste oferecer, para? Porquê?
Chega de poesia de sentires para uma parede que brinca com as cores que tu inspiras. Chega de palavras que te dizem no ouvido para te atrapalhar o que mereces ter. Chega de construções executadas em areias que vão com qualquer vento. Chega de ilusões e de atrasos no teu novo nascer. Palavras que são ditas para que nos protelemos um dia, um mês, dois anos e tudo continua na mentira de olhares escondidos e da vergonha do viver.
Dois anos e o amanhecer esfumou-se. Eu nunca ali pertenci como pensava. Afinal, eu era todo de lá, mas de lá só a mentira, a omissão, a vergonha e o diz que fez e não faz, não sucumbia.
Quantas vezes eu terei de voltar a viver, se não acredito no que ouço e acredito no que vejo. Acredito no que sinto e nos sentires que me chegam. Enganar?! Porque me engano sempre eu? E outra vez? E quantas mais?
Sim, é desta vez que outras palavras me dirão mais uma vez: “És parvo, e gostas de o ser!” outras palavras… : “Puto, acorda!” e tantas outras… : “Criança, cresce!”.
Direi eu outra vez mais e mais uma vez. “O meu coração é indelével e esse, faz-me viver e continua a fazer-me viver. Sou assim, e sei que nunca vou mudar. Vou onde o coração me levar , mesmo que me leve a um lugar fundo e nunca saia de lá. Quem manda é o meu coração e ainda não sei ser diferente. Sinto que não quero mudar. Gosto deste meu coração. Não me mente, nunca mentiu, sei que ele me leva sempre a bom porto.”
Escrevi no tempo, recordo-me, com um amargo fiel de que fiz o que melhor eu sei:
“Não falo daquelas que sempre que cometem um erro, vivem pedindo desculpas. Falo daquelas que cometem erros e que nunca sabem tirar uma lição, mesmo que seja amargo, reparar qualquer um dos erros.”
(.. 09Ago’06)
Escrevi no tempo, recordo-me, com um amargo fiel de que fiz o que melhor eu sei:
“Não falo daquelas que sempre que cometem um erro, vivem pedindo desculpas. Falo daquelas que cometem erros e que nunca sabem tirar uma lição, mesmo que seja amargo, reparar qualquer um dos erros.”
(.. 09Ago’06)

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