Assim que ela me deu com os pés, resolvi deixar de lhe contar as minhas histórias mais íntimas e completas. Vingança? Não! Simplesmente tenho que partir. Sou honesto, forte, trabalhador e difícil de torcer, quando me dizem que sou eu que tenho sempre razão.
Podia escrever já sem pestanejar, o que é uma amizade! Mas o tempo, dirá!
Podia escrever já tantas palavras, de quem era o meu tempo! Mas o tempo, dirá!
Podia escrever que eu… Enfim, necessito de respirar.
A verdade ela não quis. Que veja o filme… Passa um ano que lhe ofereci em mão! Mas nunca teve o meu tempo.
Para que saibam, também não gostou da terceira parte da história.
Morreu, diz ela! Apetecia-me rir, sem maldade. Não sorrir, esse abdiquei de momento.
Pergunto eu, quantas vezes eu morri e quantas eu iria morrer?
Não é impossível a alguém durante tanto tempo, não se dar a conhecer com tantos tropeções que olhámos! Não quis! Outras coisas, sabe e preocupou-se, sem ter mais tempo para mim! Não a conheci!
Aquele tempo do mundo nunca foi meu mas, sim de quem tinha que ser.
Penso, que desta vez fui enganado. Os sinais estavam todos lá! Nem tudo o que nos sorri é certo no real. Mas tenho todo o tempo do mundo, porque sou um homem honesto.
Absolutamente, tenho defeitos. Outras conheceram-me. Adoeço na mentira, morro das omissões. E depois? Será algum mal? Onde fica a minha vida honesta? O meu futuro? Os meus sonhos? A segurança de prever o dia de amanhã, onde fica esta que ninguém liga? Vive-se no equilíbrio dia a dia? Promessas?
Fingir que se faz e não se faz, nunca foi o meu caminhar. Nada de metades! Nada de fingimentos! Nada de estou mas, não estou. Nada de, não posso, porque tenho que fazer! Não era livre.
Por isso, digo e repito o que sempre disse, É TUDO ou NADA.
Como escrevi aqui tantas vezes, eu era o que estava mais à mão, enquanto outra mão não chegasse.
Continuo a acreditar, que só pensa mal dos outros quem, desonestamente engana e vai vivendo.
Já olhei, outras gentes que não eram favoráveis… Observei a volta, a acontecer. Uma volta de 180º! Engraçado, gostei de ver aquele novo caminhar. Fiquei bem. Lembrei-me de outros momentos tão reais e ouvidos.
Porra, não sou assim!
Amizades? Mas quem é que me ensina seja o que for sobre amizade, se vivi num berço de amizades? Alguém viveu? Não! Só podem ter sido vividos num berço de ouro e não foi o meu caso.
Voltarei à realidade no meu canto novo e, com mais histórias dos meus fracassos e desilusões. Porque só eu erro, só eu me escondo para sobreviver.
(.. 16Ago’06)
Podia escrever já sem pestanejar, o que é uma amizade! Mas o tempo, dirá!
Podia escrever já tantas palavras, de quem era o meu tempo! Mas o tempo, dirá!
Podia escrever que eu… Enfim, necessito de respirar.
A verdade ela não quis. Que veja o filme… Passa um ano que lhe ofereci em mão! Mas nunca teve o meu tempo.
Para que saibam, também não gostou da terceira parte da história.
Morreu, diz ela! Apetecia-me rir, sem maldade. Não sorrir, esse abdiquei de momento.
Pergunto eu, quantas vezes eu morri e quantas eu iria morrer?
Não é impossível a alguém durante tanto tempo, não se dar a conhecer com tantos tropeções que olhámos! Não quis! Outras coisas, sabe e preocupou-se, sem ter mais tempo para mim! Não a conheci!
Aquele tempo do mundo nunca foi meu mas, sim de quem tinha que ser.
Penso, que desta vez fui enganado. Os sinais estavam todos lá! Nem tudo o que nos sorri é certo no real. Mas tenho todo o tempo do mundo, porque sou um homem honesto.
Absolutamente, tenho defeitos. Outras conheceram-me. Adoeço na mentira, morro das omissões. E depois? Será algum mal? Onde fica a minha vida honesta? O meu futuro? Os meus sonhos? A segurança de prever o dia de amanhã, onde fica esta que ninguém liga? Vive-se no equilíbrio dia a dia? Promessas?
Fingir que se faz e não se faz, nunca foi o meu caminhar. Nada de metades! Nada de fingimentos! Nada de estou mas, não estou. Nada de, não posso, porque tenho que fazer! Não era livre.
Por isso, digo e repito o que sempre disse, É TUDO ou NADA.
Como escrevi aqui tantas vezes, eu era o que estava mais à mão, enquanto outra mão não chegasse.
Continuo a acreditar, que só pensa mal dos outros quem, desonestamente engana e vai vivendo.
Já olhei, outras gentes que não eram favoráveis… Observei a volta, a acontecer. Uma volta de 180º! Engraçado, gostei de ver aquele novo caminhar. Fiquei bem. Lembrei-me de outros momentos tão reais e ouvidos.
Porra, não sou assim!
Amizades? Mas quem é que me ensina seja o que for sobre amizade, se vivi num berço de amizades? Alguém viveu? Não! Só podem ter sido vividos num berço de ouro e não foi o meu caso.
Voltarei à realidade no meu canto novo e, com mais histórias dos meus fracassos e desilusões. Porque só eu erro, só eu me escondo para sobreviver.
(.. 16Ago’06)
