O nome, esse, não interessa para nada, direi no momento que tiver que o proferir a favor da minha vontade e dignidade.
Copia textos de não sei de onde para dizer que partilha mas, nunca faz ou sente que esses tenham alguma coisa a ver com ela! Nunca percebe o que lê e nunca vai entender o que lhe escrevem.
Porquê?
Porque não lhe interessa nada essas coisas!
Do tanto tempo que vivi, nunca contei mais do que uma dúzia de e-mails que recebi dela. Sabes a razão? Porque não tinha tempo para me escrever. O tempo que tinha não era nunca foi e nunca será meu mas, sim de outros, esses sim, tinham e-mails quase dados em mão e quase todos os dias. Sinal que vi, e nunca quis saber.
Certo, certo é que eu nunca pertenci ali. Servi, e quase nunca fui servido com a vontade de viver, um dia de cada vez, fui sempre mais infeliz.
A vida tem muitas coisas que outros, mesmo que nos amarrem, mesmo que nos tentem destruir, continuamos com uma força imparável, inigualável, o amor era ali e os maus-olhados foram sempre ultrapassados.
Têm um objectivo, esse que afinal não era igual ao meu. Só lhe interessava, o que não lhe atrapalhe o caminho planeado para o seu fim.
A verdade atrapalha-a. Um homem que lhe diga a verdade ou que lhe chame a atenção, mata-a, destrói-lhe a razão de ser da sua vida. Assim, um homem não lhe pode pedir responsabilidades, razoabilidade, respeito… etc. Tudo o que lhe pedir fora do seu contexto é danificar o seu orgulho. A ausência de escrúpulos foi danosa para a vida que quis vive-la, sã e douradora na nossa relação.
Só ela, têm razão! Só ela sabe o que quer! Só ela caminha a seu passo! Só ela pode ter qualquer relacionamento! Só ela vive na falsidade até um dia os meus olhos enxerguem coisas mais simples. É ao querer respirar que, morro desse falso oxigénio que, era de outros e nunca foram meus.
Ela pode erguer-se como mulher, num qualquer outro relacionamento, pois tudo o que faz é, a brincar. É uma defesa! Certo! Podia ter arranjado outro qualquer modo que eu seria cego decididamente.
(.. 13Ago’06)
Copia textos de não sei de onde para dizer que partilha mas, nunca faz ou sente que esses tenham alguma coisa a ver com ela! Nunca percebe o que lê e nunca vai entender o que lhe escrevem.
Porquê?
Porque não lhe interessa nada essas coisas!
Do tanto tempo que vivi, nunca contei mais do que uma dúzia de e-mails que recebi dela. Sabes a razão? Porque não tinha tempo para me escrever. O tempo que tinha não era nunca foi e nunca será meu mas, sim de outros, esses sim, tinham e-mails quase dados em mão e quase todos os dias. Sinal que vi, e nunca quis saber.
Certo, certo é que eu nunca pertenci ali. Servi, e quase nunca fui servido com a vontade de viver, um dia de cada vez, fui sempre mais infeliz.
A vida tem muitas coisas que outros, mesmo que nos amarrem, mesmo que nos tentem destruir, continuamos com uma força imparável, inigualável, o amor era ali e os maus-olhados foram sempre ultrapassados.
Têm um objectivo, esse que afinal não era igual ao meu. Só lhe interessava, o que não lhe atrapalhe o caminho planeado para o seu fim.
A verdade atrapalha-a. Um homem que lhe diga a verdade ou que lhe chame a atenção, mata-a, destrói-lhe a razão de ser da sua vida. Assim, um homem não lhe pode pedir responsabilidades, razoabilidade, respeito… etc. Tudo o que lhe pedir fora do seu contexto é danificar o seu orgulho. A ausência de escrúpulos foi danosa para a vida que quis vive-la, sã e douradora na nossa relação.
Só ela, têm razão! Só ela sabe o que quer! Só ela caminha a seu passo! Só ela pode ter qualquer relacionamento! Só ela vive na falsidade até um dia os meus olhos enxerguem coisas mais simples. É ao querer respirar que, morro desse falso oxigénio que, era de outros e nunca foram meus.
Ela pode erguer-se como mulher, num qualquer outro relacionamento, pois tudo o que faz é, a brincar. É uma defesa! Certo! Podia ter arranjado outro qualquer modo que eu seria cego decididamente.
(.. 13Ago’06)

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