Todas as decisões que tomei na minha vida foram erradas. Numa altura incerta da vida, “todos nós”, fazemos esta afirmação. Para mim, hoje, é a minha vez, e isto é verdade. Fui sempre cauteloso com as opções que fiz, mas pergunto; afinal que ganhei em troca?
As nossas decisões em princípio têm como objectivo fazer-nos sentir bem. Olharmos para trás e dizermos que tomámos as decisões certas e sermos felizes com as mesmas. O tempo urge, e olho em redor, e olho no fundo das coisas. Capricho. Acaso.
Afinal não temos de escolher nada. Por melhor que sejamos, ou que corramos até ao nosso limite, vem sempre alguém num momento, e zumba, corta-nos algo que tínhamos como garantido, ou quase garantido. Por muitas decisões que tomemos e achemos que estão certas, caímos sempre no nosso verdadeiro caminho. Não escolhemos nada, só vamos adiando o que verdadeiramente nos pertence. Destino.
Já escrevi várias vezes que consigo fazer as pessoas estarem bem, mas ninguém quer saber das coisas que sinto, ou como me sinto. Não decido mais nada! Erro em consciência muito mais do que pensava. Facto. Cansado.
Admito erros em algumas coisas. No passado. No presente.
Dói-me, esperarem as minhas decisões e, depois encontrarem o culpado em mim de erros incomuns. Tenho por hábito decidir a favor dos que me são próximos, esquecendo na maior parte das vezes as minhas coisas, é o que sinto. Tenho estado em coma. Paixão. Decidir.
Deixaram adormecer a minha paixão. Esqueceram-se? Sinto-me roubado da paixão? Onde estão as coisas que gosto? Deve ser por isso que tenho vivido acorrentado em vidas que só precisam de mim num momento qualquer. Sinto-me usado - o que é pena. Esquecem como sou, sempre presente, evitando sempre a minha condição que também carece de coisas. Talvez!
Talvez seja melhor dizer SIM ao acaso! SIM ao caos.
O que é afinal o certo?
O que é o amor?
A coisa mais importante, que me ocorre sobre o amor, é que escolhemos dá-lo e escolhemos recebê-lo - essa é que é essa, fazendo dele o acto menos aleatório de todo o universo. Superioriza-se ao sangue! Excede a traição!.. E todas as imundícies que fazem de nós os humanos que somos. Quando TODOS conseguirmos perceber isso, os abutres no mundo não se safam.
Decidi não decidir. Em mim é moralmente detestável.
É a tua vez!
As nossas decisões em princípio têm como objectivo fazer-nos sentir bem. Olharmos para trás e dizermos que tomámos as decisões certas e sermos felizes com as mesmas. O tempo urge, e olho em redor, e olho no fundo das coisas. Capricho. Acaso.
Afinal não temos de escolher nada. Por melhor que sejamos, ou que corramos até ao nosso limite, vem sempre alguém num momento, e zumba, corta-nos algo que tínhamos como garantido, ou quase garantido. Por muitas decisões que tomemos e achemos que estão certas, caímos sempre no nosso verdadeiro caminho. Não escolhemos nada, só vamos adiando o que verdadeiramente nos pertence. Destino.
Já escrevi várias vezes que consigo fazer as pessoas estarem bem, mas ninguém quer saber das coisas que sinto, ou como me sinto. Não decido mais nada! Erro em consciência muito mais do que pensava. Facto. Cansado.
Admito erros em algumas coisas. No passado. No presente.
Dói-me, esperarem as minhas decisões e, depois encontrarem o culpado em mim de erros incomuns. Tenho por hábito decidir a favor dos que me são próximos, esquecendo na maior parte das vezes as minhas coisas, é o que sinto. Tenho estado em coma. Paixão. Decidir.
Deixaram adormecer a minha paixão. Esqueceram-se? Sinto-me roubado da paixão? Onde estão as coisas que gosto? Deve ser por isso que tenho vivido acorrentado em vidas que só precisam de mim num momento qualquer. Sinto-me usado - o que é pena. Esquecem como sou, sempre presente, evitando sempre a minha condição que também carece de coisas. Talvez!
Talvez seja melhor dizer SIM ao acaso! SIM ao caos.
O que é afinal o certo?
O que é o amor?
A coisa mais importante, que me ocorre sobre o amor, é que escolhemos dá-lo e escolhemos recebê-lo - essa é que é essa, fazendo dele o acto menos aleatório de todo o universo. Superioriza-se ao sangue! Excede a traição!.. E todas as imundícies que fazem de nós os humanos que somos. Quando TODOS conseguirmos perceber isso, os abutres no mundo não se safam.
Decidi não decidir. Em mim é moralmente detestável.
É a tua vez!
Decide tu!
(Revelação)
D (*): “Ama-la?
Eu: Sim, claro que sim. Tu sabes!
D: Então estás a questionar-te; porque não é puro e constante?! O porquê de todos estes altos e baixos?! Convicção, a seguir as dúvidas?! E, como é que uma coisa que parece tão certa num momento pode causar tanta indisposição no dia seguinte?!..
Eu: Sim, às..
D: A vida devia ser simples e boa, mas todos vocês fazem uma grande confusão. São injustos uns com os outros. Afinal, tudo o que tem de fazer é simplesmente simples; escolher amar da melhor maneira que saibam.
Eu: Às vezes..
D: Vou dizer-te o seguinte.
Eu: Às vezes tenho a sensação que não gosta de mim! Não me ouve os gritos!..
D: Gosto! Mas não achas um exagero, amar e sofrer? Se a amas assim tanto, significa que ela tem uma grande capacidade para te magoar e tu nunca fizeste absolutamente nada para me provar que um dia não partirás com medo de seres magoado.
Eu: ..
(..30Out’08) (2)
(*) Deus.
(Revelação)
D (*): “Ama-la?
Eu: Sim, claro que sim. Tu sabes!
D: Então estás a questionar-te; porque não é puro e constante?! O porquê de todos estes altos e baixos?! Convicção, a seguir as dúvidas?! E, como é que uma coisa que parece tão certa num momento pode causar tanta indisposição no dia seguinte?!..
Eu: Sim, às..
D: A vida devia ser simples e boa, mas todos vocês fazem uma grande confusão. São injustos uns com os outros. Afinal, tudo o que tem de fazer é simplesmente simples; escolher amar da melhor maneira que saibam.
Eu: Às vezes..
D: Vou dizer-te o seguinte.
Eu: Às vezes tenho a sensação que não gosta de mim! Não me ouve os gritos!..
D: Gosto! Mas não achas um exagero, amar e sofrer? Se a amas assim tanto, significa que ela tem uma grande capacidade para te magoar e tu nunca fizeste absolutamente nada para me provar que um dia não partirás com medo de seres magoado.
Eu: ..
(..30Out’08) (2)
(*) Deus.

1 comentário:
Sem palavras...A não ser que Amor e Dor andam muitas vezes de mão dada(tu sabes, eu sei e como sei, e mais outro alguém sabe). Mas, também dá-nos Vida... esta só existe se existir Amor, de outra forma nada importa e não se vive...
Amo por isso sei que vivo. Não importa já, se sou também amada ou não, basta-me "dar" o meu sentimento de algum jeito.
Ninguém deveria cruzar os braços perante tal preciosidade, nem virar as costas...
Gostava eu de um dia ter decidido uma parte que fosse, mas cortaram-me qualquer linha de decisão, sem qualquer razão. Isso sim, dói! Quebra-nos mesmo interiormente. Mas nem assim , deixei de amar.
Deveria ter decidido esquecer, lutar para isso, mas nada fiz, pois a minha razão dizia-me uma coisa e a minha emoção dizia outra.Parei, deixei esse barco ao sabor do vento, unicamente orientado por Força Suprema.
E, sabes tão bem quanto eu que nada acontece por acaso...
Bom, e era sem palavras, o que seria se fosse com...
Felicidades de alguém que não partiu, mas também não "ficou", pois assim foi decidido por alguém...
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