Tu admiras, confias e respeitas a pessoa que acreditas amar?
Ao reflectir sobre esta questão, talvez tu descubras que nos acostumámos com uma relação desgastante e cheia de desentendimentos, sem nos perguntarmos sobre o que realmente queremos.
Um relacionamento só pode dar certo se estiver baseado em três sentimentos.
Passei bastante tempo reflectindo se concordava com o que lia e só depois de muito tempo compreendi que, na verdade, aquela era uma boa "fórmula do amor". Ou seja, não é possível sentir e, principalmente, se manter o sentimento do amor por uma pessoa caso a relação não esteja baseada em admiração, confiança e respeito!
Entretanto, descobri que cada um de nós, ao usar esta "fórmula", obtém o seu próprio resultado, dependendo também da combinação entre o que somos e o que o outro é! Isto é, eu posso confiar, admirar e respeitar uma mulher, mas nem por isso amá-la como mulher. Posso tê-la apenas como amiga ou irmã. Mas quando acontece uma alquimia entre a química contida em dois corpos, aí sim sentimos o amor pulsar e expandir a nossa existência como uma espécie de magia.
Na verdade, o que eu quero dizer é que existem muitas gentes que acreditam que estão a viver o amor, quando na verdade estão alimentando algum outro tipo de sentimento muito aquém. Sentem-se tristes, desesperadas, perdidas, angustiadas e insistem em justificar todo esse pavor através da palavra "amor". Sentem-se rejeitadas, desmerecidas e enganadas e, ainda assim, acreditam que amam...
No entanto, se essas gentes parassem um minuto, se desprendessem desses sentimentos tão dolorosos e respondessem, sinceramente, a três perguntas básicas, talvez descobrissem e se espantassem com o fato de que não estão a viver esse amor.
O teste!
Pensa na pessoa que tu acreditas que amas. Pensa na relação que vivem os dois e responde:
1
Tu admiras essa pessoa? Admiras o jeito dela, o carácter, a personalidade, a maneira como ela encara a vida, as atitudes dela diante dos problemas, diante das alegrias, enfim, admiras a alma dessa pessoa?
2
Ao reflectir sobre esta questão, talvez tu descubras que nos acostumámos com uma relação desgastante e cheia de desentendimentos, sem nos perguntarmos sobre o que realmente queremos.
Um relacionamento só pode dar certo se estiver baseado em três sentimentos.
Passei bastante tempo reflectindo se concordava com o que lia e só depois de muito tempo compreendi que, na verdade, aquela era uma boa "fórmula do amor". Ou seja, não é possível sentir e, principalmente, se manter o sentimento do amor por uma pessoa caso a relação não esteja baseada em admiração, confiança e respeito!
Entretanto, descobri que cada um de nós, ao usar esta "fórmula", obtém o seu próprio resultado, dependendo também da combinação entre o que somos e o que o outro é! Isto é, eu posso confiar, admirar e respeitar uma mulher, mas nem por isso amá-la como mulher. Posso tê-la apenas como amiga ou irmã. Mas quando acontece uma alquimia entre a química contida em dois corpos, aí sim sentimos o amor pulsar e expandir a nossa existência como uma espécie de magia.
Na verdade, o que eu quero dizer é que existem muitas gentes que acreditam que estão a viver o amor, quando na verdade estão alimentando algum outro tipo de sentimento muito aquém. Sentem-se tristes, desesperadas, perdidas, angustiadas e insistem em justificar todo esse pavor através da palavra "amor". Sentem-se rejeitadas, desmerecidas e enganadas e, ainda assim, acreditam que amam...
No entanto, se essas gentes parassem um minuto, se desprendessem desses sentimentos tão dolorosos e respondessem, sinceramente, a três perguntas básicas, talvez descobrissem e se espantassem com o fato de que não estão a viver esse amor.
O teste!
Pensa na pessoa que tu acreditas que amas. Pensa na relação que vivem os dois e responde:
1
Tu admiras essa pessoa? Admiras o jeito dela, o carácter, a personalidade, a maneira como ela encara a vida, as atitudes dela diante dos problemas, diante das alegrias, enfim, admiras a alma dessa pessoa?
2
Tu confias nessa pessoa? Tu acreditas que podes contar com ela, podes confiar no que ela diz? Estás certa de que ela faz o possível para cumprir o que promete e está disposta a construir uma relação baseada na sinceridade e na verdade, por mais difícil que seja
3
Tu respeitas essa pessoa? Consideras o que ela pensa, o que ela sente e estás disposta a aceitá-la, por mais diferente que ela possa ser de ti? Tu realmente consegue dar espaço para que ela seja como é, sem tentar o tempo todo fazer com que ela mude o seu modo de ser, as suas opiniões e o seu comportamento?
Surpreende-te com tuas próprias respostas. Talvez descubras que o que sentes não é amor, mas capricho, falta de auto-estima, medo de ficar sozinha, conveniência, acomodação... Talvez descubras que te acostumaste com uma relação desgastante e cheia de desentendimentos, mas que nunca te questionaste sobre o que realmente queres.
Muitas gentes preferem acreditar que não têm sorte no amor ou que é melhor ficar numa relação ruim a ficar sozinhas. Na verdade estão apenas com medo de tentar com medo de sair em busca de um amor intenso, com medo de livrarem-se de uma pessoa que só lhes faz mal e perder o lugar de vítima!
É bem mais fácil ter argumentos para justificar um amor que não deu certo do que se arriscar a encontrar uma pessoa maravilhosa, companheira, sincera e profunda e ter de lidar com seus próprios defeitos, com suas próprias inseguranças...
Pois eu sugiro que não aceites menos, não aceites pouco. Procura sempre o melhor de ti. Cultiva sentimentos como respeito, confiança e admiração.
Sente isso, pela pessoa amada... Sente isso acima de tudo, por ti mesmo!
Se não conseguires, pára onde estiveres e propõem-te a aprender e a preparares-te para o verdadeiro amor, ainda que seja por essa pessoa que já está a teu lado! Sempre há tempo, mas não demores muito.
(.. 20Out'05)
3
Tu respeitas essa pessoa? Consideras o que ela pensa, o que ela sente e estás disposta a aceitá-la, por mais diferente que ela possa ser de ti? Tu realmente consegue dar espaço para que ela seja como é, sem tentar o tempo todo fazer com que ela mude o seu modo de ser, as suas opiniões e o seu comportamento?
Surpreende-te com tuas próprias respostas. Talvez descubras que o que sentes não é amor, mas capricho, falta de auto-estima, medo de ficar sozinha, conveniência, acomodação... Talvez descubras que te acostumaste com uma relação desgastante e cheia de desentendimentos, mas que nunca te questionaste sobre o que realmente queres.
Muitas gentes preferem acreditar que não têm sorte no amor ou que é melhor ficar numa relação ruim a ficar sozinhas. Na verdade estão apenas com medo de tentar com medo de sair em busca de um amor intenso, com medo de livrarem-se de uma pessoa que só lhes faz mal e perder o lugar de vítima!
É bem mais fácil ter argumentos para justificar um amor que não deu certo do que se arriscar a encontrar uma pessoa maravilhosa, companheira, sincera e profunda e ter de lidar com seus próprios defeitos, com suas próprias inseguranças...
Pois eu sugiro que não aceites menos, não aceites pouco. Procura sempre o melhor de ti. Cultiva sentimentos como respeito, confiança e admiração.
Sente isso, pela pessoa amada... Sente isso acima de tudo, por ti mesmo!
Se não conseguires, pára onde estiveres e propõem-te a aprender e a preparares-te para o verdadeiro amor, ainda que seja por essa pessoa que já está a teu lado! Sempre há tempo, mas não demores muito.
(.. 20Out'05)

Sem comentários:
Enviar um comentário