(Nos adultos, tudo é exequível)
Existe um livro escrito por Elaine Kagan, que se chama "Laços de sangue" que eu gosto muito da última página, diz assim:
"Ele encontrou o número.
Ela ouviu a carrinha.
Ele estacionou, apeou-se, tirou um pente do bolso de trás e passou-o pelo cabelo.
Ela não olhou pela janela.
Ele subiu os três degraus de frente, os olhos baixos.
Ela desceu a escada e parou, na expectativa, junto da porta fechada.
Ele tocou a campainha.
Ela baixou a mão, espirrou e abriu a porta.
Olharam um para o outro.
Ele estendeu a rosa que cortara na partida de..., e ela aninhou-se-lhe nos braços"
Simplesmente simples.
(.. 04Out'05)
"Ele encontrou o número.
Ela ouviu a carrinha.
Ele estacionou, apeou-se, tirou um pente do bolso de trás e passou-o pelo cabelo.
Ela não olhou pela janela.
Ele subiu os três degraus de frente, os olhos baixos.
Ela desceu a escada e parou, na expectativa, junto da porta fechada.
Ele tocou a campainha.
Ela baixou a mão, espirrou e abriu a porta.
Olharam um para o outro.
Ele estendeu a rosa que cortara na partida de..., e ela aninhou-se-lhe nos braços"
Simplesmente simples.
(.. 04Out'05)

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