Queria tantas coisas que nada consigo…
Lembrei-me de ti. A razão, não sei, mas também não interessa nada.
Gostei de me lembrar de ti.
Passou um mês, depois de um ano que te conheci.
Lembrei-me de ti. A razão, não sei, mas também não interessa nada.
Gostei de me lembrar de ti.
Passou um mês, depois de um ano que te conheci.
Gostei de ti, não o nego. Gostei do que vi. Gostei do pouco que senti.
Atrevi-me um dia a procurar-te e tu deixaste-me entrar na tua vida no dia que nos vimos pela segunda vez, cinco meses depois do primeiro.
No primeiro dia eram tantas as que olhei, lembro-me. Umas, falo de carne, a minha carne comía-as. Mas sei que eram só sentimentos vulgares de homem. Sei, sabes que não sou assim, mas como homem, erro em todas as coisas por mais vulgares que sejam.
Quando aceitei o nosso segundo dia contigo, premeditei. Sonhei uma boa vida a dois contigo.
Outra coisa eu não aceitava, mentia a mim se ao estar contigo eu não quisesse que tudo fosse bom para os dois.
A verdade é que queria ser tudo e também queria ser um bom homem para ti, isso principalmente. Mentia, se não fosse verdade. Queria e só eu sei como queria naquele tempo estar sempre contigo.
Naqueles dias eu amava muito alguém.
Por essa verdade, eu queria-te desesperadamente.
Queria ser tudo. Queria ser fantástico, tu merecias.
Queria gostar tanto de ti. Sei que gostei o suficiente não o necessário e sei que gostavas muito de mim.
Chamavas-me tolo e sorrias.
Atrevi-me um dia a procurar-te e tu deixaste-me entrar na tua vida no dia que nos vimos pela segunda vez, cinco meses depois do primeiro.
No primeiro dia eram tantas as que olhei, lembro-me. Umas, falo de carne, a minha carne comía-as. Mas sei que eram só sentimentos vulgares de homem. Sei, sabes que não sou assim, mas como homem, erro em todas as coisas por mais vulgares que sejam.
Quando aceitei o nosso segundo dia contigo, premeditei. Sonhei uma boa vida a dois contigo.
Outra coisa eu não aceitava, mentia a mim se ao estar contigo eu não quisesse que tudo fosse bom para os dois.
A verdade é que queria ser tudo e também queria ser um bom homem para ti, isso principalmente. Mentia, se não fosse verdade. Queria e só eu sei como queria naquele tempo estar sempre contigo.
Naqueles dias eu amava muito alguém.
Por essa verdade, eu queria-te desesperadamente.
Queria ser tudo. Queria ser fantástico, tu merecias.
Queria gostar tanto de ti. Sei que gostei o suficiente não o necessário e sei que gostavas muito de mim.
Chamavas-me tolo e sorrias.
Verdade, sei, tinha um pacto de coisas que só eu sei e mais alguém… Ela também sabia o que se passava todos os dias.
Ela. Falo da outra que me rouba a vida, desde que a olhei.
Sabias, falámos, e foi muito incomodo o que sentiste.
Quem me amava como eu amava, era alguém que não tem coragem de dar o passo (certo?) para sermos um só, numa vida qualquer que a vida nos oferecesse.
No terceiro dia no tempo, querias-me desesperadamente e eu queria provar dentro de ti, que tu eras uma mulher boa para mim, como eu, um homem bom para ti.
Aceitei entrar-te. Aceitei o teu toque e sabes que não te senti.
Não sabias tocar! Estranho… a tua idade era uma boa idade para me recolher na tua vida.
Nunca te senti.
Tu sentiste-me.
Que noite estranha dentro de ti e na tua pele adormeci.
Não te queria perder mesmo assim. Tu sabes, sou falador e tantas boas conversas tivemos. Atrevo-me sempre a dar tudo. Tudo te disse, até falei do meu pacto.
Apetece-me continuar neste momento a lembrar-me de ti.
Queria desesperadamente perder, isso sim, aquele amor que me ferrava dentro de mim. Queria perder o pacto que num dia qualquer eu, o fiz. Queria perder a outra que tudo fiz para te ter só a ti.
Noite estranha, ensinou-me que não se ama só com o olhar.
Olhei, gostei e sei lá, pensei que te sentia e ouve momentos que senti que só era teu. Pensei...
Naquela cama eu não te senti. Desculpa-me.
As coisas que comemos foram só coisas de sexo. As que te ensinei, foram coisas da vida.
Chamavas-me tolo e sorrias, dizias que a vida não era assim.
Ela. Falo da outra que me rouba a vida, desde que a olhei.
Sabias, falámos, e foi muito incomodo o que sentiste.
Quem me amava como eu amava, era alguém que não tem coragem de dar o passo (certo?) para sermos um só, numa vida qualquer que a vida nos oferecesse.
No terceiro dia no tempo, querias-me desesperadamente e eu queria provar dentro de ti, que tu eras uma mulher boa para mim, como eu, um homem bom para ti.
Aceitei entrar-te. Aceitei o teu toque e sabes que não te senti.
Não sabias tocar! Estranho… a tua idade era uma boa idade para me recolher na tua vida.
Nunca te senti.
Tu sentiste-me.
Que noite estranha dentro de ti e na tua pele adormeci.
Não te queria perder mesmo assim. Tu sabes, sou falador e tantas boas conversas tivemos. Atrevo-me sempre a dar tudo. Tudo te disse, até falei do meu pacto.
Apetece-me continuar neste momento a lembrar-me de ti.
Queria desesperadamente perder, isso sim, aquele amor que me ferrava dentro de mim. Queria perder o pacto que num dia qualquer eu, o fiz. Queria perder a outra que tudo fiz para te ter só a ti.
Noite estranha, ensinou-me que não se ama só com o olhar.
Olhei, gostei e sei lá, pensei que te sentia e ouve momentos que senti que só era teu. Pensei...
Naquela cama eu não te senti. Desculpa-me.
As coisas que comemos foram só coisas de sexo. As que te ensinei, foram coisas da vida.
Chamavas-me tolo e sorrias, dizias que a vida não era assim.
Lembro-me que fora da tua cama, tu eras feliz e eu fui feliz.
No dia seguinte, de novo entrei em ti. Toquei-te como só eu sei fazer. Descobri-te, entreguei-me e, foi fantástico o que sentiste quando te rasguei. Mas eu não fui feliz e tu nunca foste a mais culpada.
Choraste porque sentiste que eu não era feliz.
Em certa altura rasgaste-me tudo o que tinhas para entrares dentro de mim mas, eu nada sentia. Eras melhor do que eu. Como dizer-te que não vivia (não vivo) das minhas ejaculações mas, dos teus felizes orgasmos?
No dia seguinte, de novo entrei em ti. Toquei-te como só eu sei fazer. Descobri-te, entreguei-me e, foi fantástico o que sentiste quando te rasguei. Mas eu não fui feliz e tu nunca foste a mais culpada.
Choraste porque sentiste que eu não era feliz.
Em certa altura rasgaste-me tudo o que tinhas para entrares dentro de mim mas, eu nada sentia. Eras melhor do que eu. Como dizer-te que não vivia (não vivo) das minhas ejaculações mas, dos teus felizes orgasmos?
Sei que és uma mulher. Eras igual a tantas outras que não olham para mim. Eras! Ejaculo quando sou feliz, nunca impotente de vida e ou de sexo e isso não soubeste sentir-me. Foi bom assim, pensares que eu nada tinha para ti. És uma mulher.
Quero continuar a lembrar-me de ti neste momento e nesse teu jeito.
Queria-te! Juro que tudo fiz para que fosses feliz. Olhei-te e senti que não conseguias o fantástico para mim.
Lembro-me do fim. Saí de tua casa cedo, ainda outras gentes dormiam, outras, iam acordando, um novo dia começava. Bem cedo eu tomei o meu café.
Lembrei-me hoje de ti. Não me perguntes mas, também não interessa nada.
Sempre acreditei que nós os dois íamos ser felizes.
Um ano passou e mais um mês. Tanto tempo e ainda me encontro no mesmo silêncio que pactuou comigo.
Quero continuar a lembrar-me de ti neste momento e nesse teu jeito.
Queria-te! Juro que tudo fiz para que fosses feliz. Olhei-te e senti que não conseguias o fantástico para mim.
Lembro-me do fim. Saí de tua casa cedo, ainda outras gentes dormiam, outras, iam acordando, um novo dia começava. Bem cedo eu tomei o meu café.
Lembrei-me hoje de ti. Não me perguntes mas, também não interessa nada.
Sempre acreditei que nós os dois íamos ser felizes.
Um ano passou e mais um mês. Tanto tempo e ainda me encontro no mesmo silêncio que pactuou comigo.
Não fui talhado para os enganos e assim a minha vida é mais ruim. Sabes isso, eu mostrei-te, simplesmente como sou. Amo-a! Que fazer? Tu sabias e ela sabia de ti.
Não tenho que ser feliz. Muitos que habitam este mundo, não tendem a, famílias, filhos e são felizes. Não tenho que ser feliz se sei, que dou felicidade a muitas gentes que cruzam o mesmo meu caminho.
Se muitos vivem felizes sem filhos, porque não serei feliz sem uma mulher? Não devo estar destinado a ter uma que eu a olhe e a proteja na sua velhice.
Não tenho que ser feliz. Muitos que habitam este mundo, não tendem a, famílias, filhos e são felizes. Não tenho que ser feliz se sei, que dou felicidade a muitas gentes que cruzam o mesmo meu caminho.
Se muitos vivem felizes sem filhos, porque não serei feliz sem uma mulher? Não devo estar destinado a ter uma que eu a olhe e a proteja na sua velhice.
Não me recordo desde o último dia que fui para outro lugar qualquer, de me lembrar de ti.
Hoje lembrei-me. A razão, também não interessa nada. Até ao dia de hoje, nunca mais te vi. Nunca mais te falei. Nunca mais morri. Nunca mais me lembrei do teu sexo. Mas hoje, lembrei-me de ti.
O teu corpo ensinou-me a perceber que, olhar, não chega para se amar e eu, ainda a sinto dentro de mim, quando ela não quer que eu seja assim.
Verdade. Outros tempos eu vivi e acordei como adormeci.
Eu quero acordar cheio de vontade de viver e não acordar com vontades de pensar.
Verdade. Outros tempos eu vivi e acordei como adormeci.
Eu quero acordar cheio de vontade de viver e não acordar com vontades de pensar.
Queria desesperadamente findar aquele pacto, que entra dentro de mim mas, todos os dias acordo ainda a almejar um final feliz.
Lembro-me de ti, serenamente a olhares para mim quando em três dias eu já passava-a-ferro as tuas, nossas futuras roupas. Fazias outras tarefas lentamente, e olhavas para mim.
Lembro-me de ti, serenamente a olhares para mim quando em três dias eu já passava-a-ferro as tuas, nossas futuras roupas. Fazias outras tarefas lentamente, e olhavas para mim.
És um tolo! E eu via o teu sorriso.
E que coisas giras tu pensavas de mim. Lembro-me.
Eu sei, e tu sabes o quanto gostavas de mim.
Tentei, mas o teu bonito corpo não me tocou, não me rasgou como eu sempre quis.
Espero que sejas feliz.
Quero do coração, lembrar-me sempre de ti. Tu foste sempre melhor do que eu, já te tinha dito e eu, sempre fui assim.
Só queria dizer-te, tentei, mas não consegui ser todo teu, a não ser nos jardins, onde o Sol nos olhava e outras gentes ciumavam nossos risos.
Tentei, mas o teu bonito corpo não me tocou, não me rasgou como eu sempre quis.
Espero que sejas feliz.
Quero do coração, lembrar-me sempre de ti. Tu foste sempre melhor do que eu, já te tinha dito e eu, sempre fui assim.
Só queria dizer-te, tentei, mas não consegui ser todo teu, a não ser nos jardins, onde o Sol nos olhava e outras gentes ciumavam nossos risos.
Lembras-te da minha meninice quando fui às compras contigo?
Coisas ruins tu pensavas de mim, eu mostrei-me naquela forma de menino... como gostei de ser sempre assim!
Qual macho qual homem, eu sou assim e assim, sempre me lembrarei de ti.
Desejo que sejas feliz.
Desejo que sejas feliz.
Nota: Tenho algures por aqui, outro momento contigo. As coisas que passo na vida ninguém as vê, mas a minha imagem é sempre a mesma, a de um qualquer homem. Diferente não nasci e morrerei de igual modo.
‘Penso.. 09Mar'06)(Nota: Ler "Ela deixa-me, pior do que uma hora antes..."Quinta-feira, Fevereiro 10, 2005)

Sem comentários:
Enviar um comentário