Serei?
As gentes que conheço, a maioria dizem que sim.
Falar de mim para mim é mais complicado. Olho-me no espelho e não vejo os meus defeitos. Os bons amigos também não, apesar de muitas gentes não concordarem comigo, nesta última. Devia aceitar o que a maioria pensa de mim? Penso que não, mas devo reflectir, e reflicto.
Nunca fui de maiorias, sempre lutei desde menino nas minorias e pelas minorias, sei lá porquê mas, também não interessa nada.
Sigo as coisas com o rigor das coisas que sinto. Choro quando me perco em caminhos que penso conhecer mas, afinal não conheço nada e tantos dias me perco que num dia qualquer morrerei sem saber se perdi mais amor ou se consegui dar mais a alguém.
Querendo ser um qualquer homem, mas que num qualquer lugar não sente o caminho, padeço de inseguranças ricas de risos de outrora da maioria das gentes. Vivi a minha infância de pequenos nadas, coisas poucas, sorrisos e abraços ganhos nos amigos que menos tinham e eu e eles nada tínhamos a não ser os sorrisos e os abraços. Gritávamos uns com os outros, chorávamos, zangávamo-nos, até nos batíamo-nos mas, no final, conseguíamos aquele abraço que durava a eternidade rejuvenescida de coisas boas, e assim crescemos, unidos, sem nada nas mãos, sem nada, e muito felizes fomos até virmos para junto do mundo.
As gentes que conheço, a maioria dizem que sim.
Falar de mim para mim é mais complicado. Olho-me no espelho e não vejo os meus defeitos. Os bons amigos também não, apesar de muitas gentes não concordarem comigo, nesta última. Devia aceitar o que a maioria pensa de mim? Penso que não, mas devo reflectir, e reflicto.
Nunca fui de maiorias, sempre lutei desde menino nas minorias e pelas minorias, sei lá porquê mas, também não interessa nada.
Sigo as coisas com o rigor das coisas que sinto. Choro quando me perco em caminhos que penso conhecer mas, afinal não conheço nada e tantos dias me perco que num dia qualquer morrerei sem saber se perdi mais amor ou se consegui dar mais a alguém.
Querendo ser um qualquer homem, mas que num qualquer lugar não sente o caminho, padeço de inseguranças ricas de risos de outrora da maioria das gentes. Vivi a minha infância de pequenos nadas, coisas poucas, sorrisos e abraços ganhos nos amigos que menos tinham e eu e eles nada tínhamos a não ser os sorrisos e os abraços. Gritávamos uns com os outros, chorávamos, zangávamo-nos, até nos batíamo-nos mas, no final, conseguíamos aquele abraço que durava a eternidade rejuvenescida de coisas boas, e assim crescemos, unidos, sem nada nas mãos, sem nada, e muito felizes fomos até virmos para junto do mundo.
Os meus silêncios, são sempre os únicos caminhos onde me seguro, agora que sou grande e os amigos que me abraçavam se perdem num qualquer lugar como eu. Atrevo-me a chorar para não morrer nos sentimentos que me vão tropeçando no coração.
Cobardia? Não conheço essa sentença. Concedo que gentes tenham vontade de me incitar, até com mais outros impropérios. Aceito esses dissabores, não aceito muito bem, duas coisas: A mentira, e pior, a omissão.
Estranho, que para sofrer menos, tenha que omitir coisas que sinto. Para que seja "mais" feliz um amor meu e mais segura do que se sente por mim, as minhas omissões sentidas, tem que ser constantes.
Quanto mais falo dos meus sentimentos, mais complicada é a minha e a vida nesse amor. Sinto que, quanto mais os meus sentimentos me assomam, mais difícil e sofredora é a minha vida.
As amizades que me tocam, é mais ou menos assim... Tenho que me calar para, ser um amigo qualquer. Hoje os amigos não querem ouvir-nos dizer nada...
Cobardia? Não conheço essa sentença. Concedo que gentes tenham vontade de me incitar, até com mais outros impropérios. Aceito esses dissabores, não aceito muito bem, duas coisas: A mentira, e pior, a omissão.
Estranho, que para sofrer menos, tenha que omitir coisas que sinto. Para que seja "mais" feliz um amor meu e mais segura do que se sente por mim, as minhas omissões sentidas, tem que ser constantes.
Quanto mais falo dos meus sentimentos, mais complicada é a minha e a vida nesse amor. Sinto que, quanto mais os meus sentimentos me assomam, mais difícil e sofredora é a minha vida.
As amizades que me tocam, é mais ou menos assim... Tenho que me calar para, ser um amigo qualquer. Hoje os amigos não querem ouvir-nos dizer nada...
A vida não contempla os amores verdadeiros em coisas fáceis. Não se ama em plenitude. Mentir ou silenciar é um dom de muitos mas, ainda não consegui essa meta. Noto, sinto, olho para a vida e a maioria vive bem das omissões mas, ainda não consegui ser assim, também não sei se conseguirei algum dia.
Dizem que o amor real e de cedências, já falei aqui sobre isso, mas eu ainda não sou capaz de negociar essas palavras.
Um defeito que me apontam é, o de viver ao longo das minhas muitas primaveras, um amor sempre com grandes intensidades, ao ponto, de por vezes sufocar quem amo de muitos abraços, dizeres de tantas coisas que sinto, e de tantas vontades de as partilhar, de minuto em minuto.
Não sei ser de outro jeito, amo, dando tudo e ao dar tudo perco-me em choros porque não existem minutos para falares, mas sim, dias para dizer num dia qualquer, que amo e que quero.
O mundo que vejo, vive de: olhar, falar, abraçar… de semana a semana. Eu não amarei se esta for a realidade e tantos me falam...
Enquanto para as gentes, amar assim sufoca com os meus abraços minuto em minuto, eu morro com os abraços de semana a semana. Sou assim e não sei ser ainda de outro jeito.
Não mudo, este é outro defeito que me apontam. "Entra na real", dizem, mas sei que num dia qualquer, alguém me dará a mão com um bom abraço e diz, “Não mudes, porque é esse teu jeito que me faz estar aqui junto de ti e quando não me deres esse teu todo amor, eu sei que partiste de mim.”
Se houvesse um amor abandonado à sorte dele, só Deus sabe a companhia que me faria, se eu deixasse. Quantas vezes ao certo, cheguei eu a perder-te, para as mesmas vezes, enlouquecer de tanto te chamar? Tu, só tu o dirás.
Nascemos todos com vontade de amar. Ser amado é secundário. Prejudica o amor que muitas vezes acontece. Cada um tem o amor que tem, fora dele. É esse afastamento que nos magoa, que nos põe doidos sempre à procura do ego que não vem. Os que vêm são bem-vindos, às vezes, mas não são os que queremos ou como achamos que merecemos. Quando somos honestos, é apenas um que pretendemos.
Tenho a certeza que não se pode ter o que se ama. Ser amado não corresponde ao amor que temos, porque não nos pertence. Por isso escrevemos, porque ninguém acredita neles, excepto quem os escreve.
São 10:55 horas do dia 16 de Março, estou a chegar, fim da minha boa viagem e mais um dia bom, espero.
Gosto de dizer porque sinto, “nem Deus sabe como eu amo” mas sei que Ele sabe, que o meu amor é honesto e simplesmente simples, é todo! Tudo ou nada.
Tudo corre mal, menos o amor. A vida é simples e fácil de perder, mas o amor é fodido. Gostei e muito gosto, de te ter comigo no nosso amar, "mm"!
Sou assim, como dizer sem me lesar… Sou único (*), e não mudarei.
Quem tiver vontade de me arremessar uma pedra, só uma que seja, é bem-vindo a este mundo mas, abandone o meu, porque o meu é fantástico apesar de chorar.
Dizem que o amor real e de cedências, já falei aqui sobre isso, mas eu ainda não sou capaz de negociar essas palavras.
Um defeito que me apontam é, o de viver ao longo das minhas muitas primaveras, um amor sempre com grandes intensidades, ao ponto, de por vezes sufocar quem amo de muitos abraços, dizeres de tantas coisas que sinto, e de tantas vontades de as partilhar, de minuto em minuto.
Não sei ser de outro jeito, amo, dando tudo e ao dar tudo perco-me em choros porque não existem minutos para falares, mas sim, dias para dizer num dia qualquer, que amo e que quero.
O mundo que vejo, vive de: olhar, falar, abraçar… de semana a semana. Eu não amarei se esta for a realidade e tantos me falam...
Enquanto para as gentes, amar assim sufoca com os meus abraços minuto em minuto, eu morro com os abraços de semana a semana. Sou assim e não sei ser ainda de outro jeito.
Não mudo, este é outro defeito que me apontam. "Entra na real", dizem, mas sei que num dia qualquer, alguém me dará a mão com um bom abraço e diz, “Não mudes, porque é esse teu jeito que me faz estar aqui junto de ti e quando não me deres esse teu todo amor, eu sei que partiste de mim.”
Se houvesse um amor abandonado à sorte dele, só Deus sabe a companhia que me faria, se eu deixasse. Quantas vezes ao certo, cheguei eu a perder-te, para as mesmas vezes, enlouquecer de tanto te chamar? Tu, só tu o dirás.
Nascemos todos com vontade de amar. Ser amado é secundário. Prejudica o amor que muitas vezes acontece. Cada um tem o amor que tem, fora dele. É esse afastamento que nos magoa, que nos põe doidos sempre à procura do ego que não vem. Os que vêm são bem-vindos, às vezes, mas não são os que queremos ou como achamos que merecemos. Quando somos honestos, é apenas um que pretendemos.
Tenho a certeza que não se pode ter o que se ama. Ser amado não corresponde ao amor que temos, porque não nos pertence. Por isso escrevemos, porque ninguém acredita neles, excepto quem os escreve.
São 10:55 horas do dia 16 de Março, estou a chegar, fim da minha boa viagem e mais um dia bom, espero.
Gosto de dizer porque sinto, “nem Deus sabe como eu amo” mas sei que Ele sabe, que o meu amor é honesto e simplesmente simples, é todo! Tudo ou nada.
Tudo corre mal, menos o amor. A vida é simples e fácil de perder, mas o amor é fodido. Gostei e muito gosto, de te ter comigo no nosso amar, "mm"!
Sou assim, como dizer sem me lesar… Sou único (*), e não mudarei.
Quem tiver vontade de me arremessar uma pedra, só uma que seja, é bem-vindo a este mundo mas, abandone o meu, porque o meu é fantástico apesar de chorar.
‘Penso e pensarei…’ (..16Mar'06)
(*): Os meus amigos de infância, melhores são.

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