Amor.
"É com certeza, uma surpresa para muitos, saber que a palavra inglesa “love” provém do sânscrito “lobha” que significa, cobiça.
Poderá ser somente uma coincidência o facto de o inglês “love” ter a sua raiz a sua raiz numa palavra sânscrita que significa cobiça, mas acredito que não se trata de uma mera coincidência. Deve existir algo misterioso subjacente, deve existir um motivo alquímico por trás disso. De facto, a cobiça, quando purificada, digerida, torna-se amor. É a cobiça, “lobha”, que, quando bem assimilada, se torna amor.
Amor é partilhar, cobiça é arrecadar. A cobiça é avara e nunca oferece, o amor só conhece a dádiva e nunca espera retorno; é a partilha incondicional. Deve existir uma razão alquímica para que “lobha” se tenha tornado love no léxico inglês. Lobha torna-se amor no que diz respeito a processos alquímicos internos."
“Amor, Liberdade e Solidão, de Osho”.
(..14Mai'06)

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